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Ofélia


A Lúcia hoje estava escrevendo sobre o quanto ela odeia cozinhar. O engraçado é que o post dela me fez refletir a minha relação com a cozinha (porque com a comida é ótima! hasudahdsuhsaudhu).

A minha primeira vez na cozinha (a sério, já que pipoca, brigadeiro e queijo na chapa não entram nessa categoria) foi patética, para dizer o mínimo. Eu deveria ter uns 16 anos (sim comecei velha! Minha bisa não deixava a gente chegar perto do fogão) e estava sozinha em casa com minha irmã.

Estávamos assistindo a um programa da MTV com a Astrid. Programa esse em que ela recebia convidados para conversar enquanto preparavam o prato predileto deles. A entrevistada da vez era a Adriane Galisteu, que fez um Macarrão ao molho de tomate com manjericão.

As espertinhas resolveram fazer igual e lá fomos nós para a cozinha. Colocamos o macarrão na água quente, demos aquele jeito no molho e ficamos à espera. Minhã irmã resolve fazer a pergunta do século: Como vamos saber se o macarrão está pronto? E eu dou a resposta genial: Temos que esperar ele subir! Eu vi no Note e Anote que nhonque quando pronto, sobe!

Sim caros leitores, consegui a façanha de confundir nhoque com macarrão. É lógico que não subiu nada! Resolvemos tirar o macarrão assim mesmo; já mole, é verdade! Ficou horrível.

O tempo passou, fui fazer faculdade e um dia resolvi que era melhor cozinhar do que comer em restaurante (ó o colesterol dando as caras). Meu primeiro prato? Um strogonoff de carne que nem eu consegui comer! ashduahsduahd ERA INTRAGÁVEL!

Hoje, anos depois, e agora cozinhando todos os dias, estou cada dia melhor. Meu arroz ainda fica empapado vez ou outra. Muitas vezes erro no tempero. Mas meu marido come de joelhos meu escondidinho e o sogro fez tráfico das minhas empadas de camarão.

Adoro cozinhar! Pena que dá trabalho, tem que limpar a cozinha e, ainda por cima, prejudica na balança. Nem tudo pode ser flores, né?

PS: Quer dica de um ótimo site? Rainhas do Lar! Hummm, delicious!

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Hummm


Eu que fiz! Eita mulher prendada!ahdahsduahsduah

SUFLÊ DE QUEIJO COTTAGE

1 colher (sobremesa) de cebola ralada
1 colher de sopa de margarina light
1 copo de leite desnatado
1 colher (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de queijo ralado (usei parmesão de envelope)
2 gemas
sal
200g de queijo cottage
3 claras em neve

Bata no liquidificador o leite com a farinha.
Frite a cebola na margarina e acrescente o leite batido. Mexa até engrossar. Retire do fogo, junte as gemas, o queijo cottage e o sal. Depois que esfriar, junte o queijo ralado e as claras batidas. Despeje em uma forma untada com margarina e leve ao fogo médio. O tempo para ficar pronto depende do forno. Mas ele deve dourar e parar de borbulhar.

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Utilidade pública


Eu já disse aqui que sou o tipo de pessoa que não consegue jogar quase nada fora. Mas isso não quer dizer que eu seja uma pessoa desorganizada! Pelo contrário. Gosto de tudo milimetricamente guardado no seu devido lugar!

Tenho verdadeira obsessão por caixas, porta-trecos, organizadores de gavetas. Pena que não há orçamento que seja suficiente, nem espaço para pode colocar tudo isso. Vez ou outra tenho que praticar o desapego.

Dias atrás fiz uma limpeza no armário de roupas (a última foi quando casei) e separei (quase) tudo que não usava mais, mas que estava guardado para uma eventualidade. Peguei as roupas imprestáveis do marido, mas que ele se recusava a deixar por a mão… não foi fácil! Fui direto para o posto da Cruz Vermelha, antes que eu mudasse de idéia. As chuvas aqui fizeram estragos e muita gente perdeu tudo.

Mas como eu disse, tenho obsessão por organizar as coisas e agora achei o blog que ensina a fazer isso direito! Sim, porque há uma ciência por trás de tudo isso. Chega de bagunça! Vale a pena dar uma lidinha.

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SAL – Serviço de Atendimento ao Leitor

Copiando a idéia da Flávia, estou inaugurando o SAL do Xéééééé! Em qualquer momento ele pode voltar para ajudar a você leitor querido! ahduahsduahudhasud

Bem, a Cláudia perguntou o que seria um Tomato. Pois é, Tomato (ou Tomate em Português) é umas das espécies de peixes-palhaços que existem.

A mais conhecida talvez seja a Ocellari que ficou extremamente popular depois do filme Nemo (o que significa que também ficou mais cara. Nem queriam saber quanto custa uma “Dori” de 3 cm…). Como eu disse, existem várias espécies e o Tomato tem como diferença ter apenas uma única listra e ter um formato de corpo mais redondinho. Talvez seja essa a explicação para o seu nome popular (seu nome científico é Amphiprion frenatus).

Eles normalmente vivem em anemonas, mas nada impede que se utilizem de tocas em pedras. Além disso, têm o sexo mutável quando jovens. Ou seja, se você tiver dois machos no aquário, um pode se tornar fêmea e assim garantir a perpetuação da espécie. Tudo vai depender do ambiente e da quantidade de cada gênero naquele espaço.

Eis aqui uma foto beeem melhor que a minha! Não é meu, infelizmente. É uma foto tirada do aquário privado mais famoso do Brasil: o aquário do Mathias!<

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Ohnn

Nosso casal de tomatos deu cria! Quer dizer, a fêmea postou os ovos e agora o macho está se achando um pitbull e não sai de lado deles! Pena que é difícil fazer vingar…
Pausa para limpar a baba! rsrsrsrs

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Tutankamon

Eu não sei me desfazer das coisas. É fato! Para mim, tudo pode ter utilidade um dia. Não é a mesma coisa do maridão (que eu já citei aqui). Ele é desorganizado. Eu, junto coisas.

Minha mãe já disse que vou ser daquelas velhinhas que são encontradas em casa soterradas por toneladas e lixo e tranqueiras. A doença tem até nome “Síndrome de Diógenes”. Mas na minha opinião, eu não chego nem perto disso. Até porque ainda não cheguei à idade crítica! ahsduahudhaudhuahd

Primeiro, não junto coisas velhas ou quebradas. Só se elas tiverem algum valor sentimental. Então, não corro o risco de ficar fuçando o lixo alheio, nem vou ficar guardando jornal do dia anterior. Mas confesso guardo revistas por um bom tempo.

Tenho tickets de museus que fui, passagens aéreas de férias importantes, mapas, papel de chocolate, cartas de amigos, agendas, textos interessantes da faculdade, roupas (essa é a parte mais difícil; só passo para frente quando realmente não dá mais para usar. O que significa, muitas vezes, que não serve para outra pessoa também) e centenas de outros cacarecos “úteis”.

Mas vez ou outra me dá uma fúria inexplicável. E nesse momento estou vivendo essa fúria. Hoje me desfiz de uma boa dezena de revistas (não sem antes separar fotos que eu achava legais), joguei quilos de papéis fora (principalmente contas já pagas e papéis com anotações impossíveis de se desvendar) e estou louca para atacar o armário do marido! Sim o dele! Tem mais roupa do que eu e muitas precisando mudar de dono. Mas isso eu tenho que fazer escondida! ehheheheheh

Já organizei documentos para o IR, do carro, nossos… mas ainda não me contentei. Acho que vou começar a mandar revelar fotos (ficar vendo na tela é sem graça) e gravar as do computador no CD para esvaziar a memória um pouco.

Vamos ver até quando essa maré vai durar. Por enquanto, não deixem nada fora do lugar na minha frente!

PS: O título é em homenagem ao faraó egípcio que teve a tumba encontrada intacta e, consequentemente, cheia de cacarecos “úteis”.

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Eu ainda esgano ele!


Maridão avisa às 6 da tarde que convidou “umas pessoas” para jantar em casa naquele dia mesmo às 8 da noite. Depois de uma aviso desses o que você faz:

a) se descontrola, xinga o marido até a morte e diz que não vai fazer nada;
b) se descontrola, xinga o marido até a morte e diz que é melhor sair para jantar fora;
c) se descontrola, xinga o marido até a morte e resolve que vão pedir pizza;
d) se descontrola, xinga o marido até a morte mas arruma a casa toda, prepara os petiscos, gela a bebida e faz o jantar;

Pois é, tive que ficar com a alternativa “d” mesmo. Chutar não é o meu forte…

E o pior ainda está por vir. Convidado “sem noção”, na hora daquele tour pelos comodos da casa, senta na sua cama, pergunta a marca do colchão; depois pergunta o valor do condomínio; vai para a cozinha e começa a abrir a sua geladeira (!) e a acender a luz do forno, não sem antes abri-lo.

É plena quinta-feira, você tem aula da pós (haja saco) no dia seguinte cedo, mas já são meia-noite e o povo não pensa em ir embora. Quando finalmente eles somem no elevador, você se lembra que a cozinha está revirada e que não tem diarista no dia seguinte, além de estar com a roupa ainda no molho dentro da máquina (que desligou para não incomodar as visitas com o barulho). Quando, graças a Deus, termina de arrumar tudo e estender a roupa lembra do bendito marido. Não, ele não ajudou a arrumar nada. Sim, ele já estava dormindo.

Ninguém mereçe…