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Disney com um bebê – Magic Kingdom – Dia 3

Seguindo a minha lógica de pensamento, escolhi ir ao MK em uma segunda-feira. Eu imaginava que sendo um dia útil, o parque mais famoso do complexo Disney estaria vazio… Ledo engano!
De qualquer forma, madrugamos novamente. No MK os personagens podem ser encontrados no Palácio de Cristal. Desta vez decidi que seria legal tomar café da manhã por lá. Chegamos 30 minutos antes de nossa reserva, com o parque ainda fechado. Mesmo assim fomos autorizados a entrar, bastou mostrar o papel de reserva no restaurante. 
O mais incrível foi ter entrado no parque vazio ainda. Conseguimos ótimas fotos na Main Street com o Castelo da Cinderela ao fundo, já que a rua estava vazia. 
Parque lotado quando chegamos! rsrsr

No horário da reserva entramos no restaurante. O café é em estilo buffet e tem ótimas opções que estão bem de acordo com nosso conceito brasileiro de café da manhã. Lá você pode encontrar os personagens do desenho Ursinho Puff (que agora virou Pooh no Brasil) que são extremamente simpáticos e atenciosos. O Porqueira se encantou com o burro e corria atrás dele por todos os lados.

Aliás, o filhote fez tanto sucesso que foi levado até a cozinha por um funcionário (que nos disse ser casado com uma paulista) para conhecer os outros integrantes da equipe.

Quando saímos o parque já estava bem movimentado. Decidimos seguir a ordem do mapa, em sentido anti-horário, e ir conhecendo as atrações. A primeira parada foi em Adventure Land. Confesso que fiquei um pouco decepcionada com alguns brinquedos que devem estar lá desde a viagem do meu avô à Disney nos anos 70! Então, eu não recomendo, com base na minha experiência, que você perca tempo com os seguintes brinquedos: 
– Swiss Family Tree House (extremamente sem graça. Trata-se de um sobe-e-desce sem fim em uma árvore. Nada de interessante para ver. Além de ser cansativo, a gente ainda carregou o Porqueira no colo. Mico total!); 
Subimos centenas de degraus para nada!

– Jungle Cruse (você entra num barco que passa por um caminho fixo por um rio artificial. Todos os bonecos de homens e bichos eram muito toscos. Nem meu filho pequeno se empolgou!); 
– Piratas of the Caribbean (idem ao anterior. Se você é paulista e já foi na Montanha Encantada do extinto Playcenter, vai saber exatamente do que eu estou falando. A úncia parte legal é encontrar Jack Sparrow no final. Esse sim, boneco novo e praticamente uma cópia perfeita do Jonny Deep). 

Pausa para trocar a fraldinha…

Como vocês podem perceber, sobrou nessa área apenas o The Magic Carpets os Aladdin (novinho em folha!)
   
Adoramos o passeio, já que é um dos brinquedos que o filhote pode ir sem problemas) e Walt Disney’s Enchanted Tiki Room (que não fomos).
Seguindo o mapa, nos dirigimos à Frontierland. Lá estão três brinquedos supertradicionais do parque: Walt Disney World Railroad (um passeio de trem pelo parque. Mas só passa pelo lado externo. Na verdade não dá para ver muita coisa, mas se você quer economizar uma caminhada, pode descer na estação que fica em frente à Main Street); Splash Mountain (apenas a queda é legal. As filas costuma ser imensas. Coitado do marido que entrou quando o relógio marcava 25 minutos de espera e ficou 1h30!!!!! A essa altura o parque já estava lotado. Por um momento achei que tinhamos perdido um do outro, porque demorou demais. Eu dei sorte porque usei o Child Swap. Mas mesmo assim demorou); Big Thunder Mountains Railroad (a fila estava imensa e o fastpass esgotado! Depois da experiência da Splash Mountain desistimos). Ignoramos as outras duas atrações (Country Bear Jamboree e Tom Sawer Island). 
Pausa para um lanche. O sol estava a pino. Não havia uma nuvem no céu. Para dizer a verdade estava MUITO calor. Decidimos parar um pouco e deixar o filhote dormir à sombra. 
Seguimos pela Liberty Square e nenhuma das atrações nos interessou. Não tenho vontade nenhuma de conhecer a galeria de bonecos de ex-presidentes americanos (The Hall Of Presidents), o passeio de barco nos pareceu bobo (Liberty Square RiverBoat) e eu MORRO de medo de casa fantasmas (ridículo, eu sei…), então ignorei solenemente a Haunted Mansion.
Passamos em frente ao Castelo da Cinderela e estava tendo um show musical com o Mickey, Minnie e e alguns casais de príncipes e princesas dos filmes. Muito animado! 

Tiramos algumas fotos utilizado o PhotoPass e passamos para o extremo direito do parque, onde está a Tomorrow Land. Nós dois queriamos ir na Space Mountain. Pegamos o Fast Pass e saímos para conhecer outros brinquedos. Infelizmente estava tudo MUITO cheio. E a essa altura o filhote não estava aceitando passivamente ficar sentado no carrinho. Acabamos indo em só uma atração (Buzz Lightyear’s Space Range Spin – muito legal, por sinal!). Vocês devem estar pensando, uma só. Sim!!!! Apesar do fastpass a Space Mountain fechou por problemas técnicos e acabamos não indo… Uma pena…

Na fila do Buzz Lightyear’s Space Range Spin

Deixamos então o Porqueira correr feliz pelo parque, já que ele estava impaciente. Acabou terminando sua folia em uma Discoteca ao ar livre com a participação do Stich e do Tico e Teco.


Fomos até a Fantasyland na esperança de conhecer o Peter’s Pan Flight (chegamos a pegar o FastPass, que infelizmente não foi utilizado). O marido foi com o Pimpolho no Mad Tea Party (a famosa xícara). Tentamos entrar nos outros brinquedos, mas as filas eram desanimadoras. 
Já era por volta das 18h30 e o filhote estava dormindo no carrinho. Decidimos ir até a Main Street e garantir um bom lugar para ver a Electrical Parade e o Show de Fogos do Castelo. Ainda estava vazio. Era cedo! Mas a gente estava PODRE. O calor foi muito grande durante o dia todo e as filas estavam gigantes. Nos revezamos sentados no chão, bem no final da Main Street, ao lado da Casey’s Corner. 
E lá ficamos até o final do espetáculo. Quase 24h00! O filhote estava tão cansado, mas tão cansado, que não acordou nem com o fogos! Inacreditável.
Ahhh preciso dizer também que conforme o tempo foi passando, o local foi ficando mais e mais cheio. Famílias e pessoas sem educação (independente da nacionalidade, viu), tentaram entrar na nossa frente e na frente de outros que estavam sentados há tempos “na primeira fila” do chão. Cara-de-pau não tem limites. Aliás, rolou um barraco entre uma família americana que estava sentada do nosos lado e outra espertinha que tentou se postar à frente, fora da faixa demarcada.
Quando a Electrical Parade começou, chamamos as crianças que estavam atrás de nós para verem melhor (afinal elas não iriam enxergar nada atrás dos adultos e também não iriam comprometer nossa visão). Os pais todos agradeceram. 
Já os fogos (Fantasy in the Sky Fireworks) podem ser bem vistos em qualquer lugar da Main Street.
O parque esvazia muito rápido. Mas fica a dica para quem prentendde ficar até o fechamento, em alguns dias o espetáculo (Tha Magic, The Memories and you) que acontence no castelo se repete. Ou seja, você pode deixar para assitir quando o parque já está quase vazio e aproveitar os brinquedos mais vazios…
Minhas impressões: é sem dúvida o parque mais voltado para as crianças pequenas. Mas, por outro lado, é muito grande e com muitas atrações. Então, num dia cheio como esse, vocês não vão conseguir ver todas as atrações. Se puderem voltar outro dia, é uma boa pedida. 
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Disney com um bebê – Animal Kingdom, dia 2.

Acordamos supercedo! Ainda mal tinha amanhecido e já estávamos tomando café para sair logo. Na verdade a gente estava numa ansiedade sem tamanho, até o marido. O Porqueira nem percebeu o movimento, já que mamou, e continuou dormindo, mesmo depois de eu ter trocado a roupa dele.
Nós fomos no início de abril e percebemos bem que de noite o tempo esfriava e assim continuava nas primeiras horas da manhã. Mas a experiência do primeiro dia em Orlando já havia mostrado que fazia um calor dos infernos durante o dia. Então nós fomos já de shorts para o parque. O marido até de regata. Mas levando uma blusa para vestir no final da tarde. O filhote foi de calça de blusa de frio, mas com duas mudas de roupas mais frescas dentro da mochila.
Apesar de saber que existem “Babies Center” em todos os parques da Disney (muito bem equipados, por sinal, com comida, micro-ondas, sala de amamentação, berços e tudo o que o lugar desses tem direito), levamos três porções de fórmula, bolachinhas salgadas e doces, sucrilhos em caixinha e comida pronta. Não é a melhor alimentação do mundo, mas fome o porqueira não passaria.
Escolhi o Animal Kingdom  para ser o primeiro parque porque pensei que ele seria bem mais vazio que o Magic Kingdom em um domingo de sol. Nesse aspecto eu acertei. Passeamos calmamente pelo parque todo, quase sem filas. Certamente daria para ver e aproveitar quase tudo, claro, se não tivesse uma criança com a gente, o que fez com que o ritmo fosse menos intenso.

Ingressos na mão (compramos ainda no Brasil, através de uma agência. E dá para parcelar).

Antes de tudo eu já tinha lido sobre a possibilidade de tomar refeições com os personagens e no Animal Kingdom escolhemos almoçar com eles. A reserva foi feita com antecedência, pelo site da Disney mesmo. Lá o restaurante disponível para refeições com os personagens é o Tusker House Restaurante, com comida inspirada na africana, além de opções americanas. Havia frango, peixe, cuscuz, arroz, mac’n’cheese Os personagens que encontramos foram o Mickey, a Minnie, o Pateta (gigante, causou um certo terror no Filhote) e o Pato Donald, todos vestidos como se estivessem indo fazer um safari.

De posse do mapa do parque e sabendo que lá não tinha atrações muito radicais (nossas preferidas), traçamos um plano e, aproveitando que estava super cedo, nos dirigimos à área “Asia”. Lá a primeira atração foi a montanha russa “Expedition Everest” (boa, ainda mais com a descida de ré, mas nada assustadora). Foi a primeira vez que utilizamos o Child Swap e digo que funcionou muito bem! O marido entrou na fila primeiro (o combinado era que ele ficaria na espera, encarando as filas) e eu fiquei com o filhote, passeando pelas redondezas. Um funcionário do parque me deu um ticket e assim que o marido saia do brinquedo, eu entrava, pela fila do Fast Pass, utilizando o “child swap”. Perfeito!!


Para ficar mais claro, o Child Swap está, segundo nos foi informado, disponível para todos os brinquedos com restrição de altura. Fomos em alguns que não seriam propriamente para a idade do Filhote, mas como não era radical, entramos os três juntos.
Depois passamos pelo “Kali River Rapids” (uma descida pelas corredeiras em um bote redondo), já que molha e teríamos o dia todo para secar as roupas. Nessa hora ainda estava friozinho, mas nada que incomodasse. Em seguida pelo Maharajah Jungle Treck, onde já pudemos os animais e que estão espalhados, tais como tigres e morcegos. O passeio é feito toda a pé, mas o carrinho vai bem (o filhote até tirou um cochilinho).

Em seguida fomos até o Flights Of Wonder. A apresentação dos pássaros é bonitinha, mas os tratadores falam somente em inglês. Nada que atrapalhe quem não fala ou não tem muita fluência, já que os passaros é que são a atração.

De lá fomos para a Área conhecida como Rafiki’s Planet Watch, onde se pode ser os animais menores em ambientes que simulam os naturais (haviam micro-pererecas coloridas!) e as ações feitas pelos veterinários do parque. Neste lugar tiramos foto com o Rafiki, personagem do filme Rei Leão.

Porqueira olhado as vitrines com os animais (o espaço é fechado, então deixamos ele livre para andar)

Rafiki

Pausa para um lanche, já na “Africa”. Lá fomos ao Pangani Forest Exploration Trail, também para ver animais (peixes, gorilas, entre outros) o passeio é feito a pé. Escolhemos esse primeiro porque não tem filas e não queríamos correr o risco de perder a reserva do restaurante.
Como eu disse acima, nossa intenção era aproveitar as refeições para tirar fotos com os personagens, sendo que alguns deles só são encontrados nesses lugares. Chegamos ao Tusker House Restaurante um pouco antes da hora marcada e o Pimpolho estava dormindo. As fotos com o Pato Donald são feitas antes de entrar no salão e nós dois não queríamos que ele ficasse de fora. Acabamos entrando sem essa foto. Durante a refeição os outros três personagens apareceram e mesmo diante do choro não se intimidaram. Aliás, foram muito corteses. Quando terminamos nossa refeição, explicamos para a senhora que ficava na porta do restaurante que meu filho não tinha conseguido a foto do Pato Donald porque estava dormindo. Imediatamente ela nos levou ao local onde ele estava e pudemos fazer o registro! Muito simpáticos. 
Então fizemos o famoso “safari” (Kilimanjaro Safaris). O passeio é feito dentro de um veículo que passa por vários habitats simulados (fiquei impressionada com as árvores. Na verdade fiquei na dúvida se algumas eram verdadeiras ou falsas). Apesar de estar calor, os animais estavam ativos, passeando bastante, tiramos várias fotos boas. Foi uma ótima opção após o almoço, já que era um passeio calmo, sentado.

Terminada essa parte do parte, nos dirigimos ao Camp Minnie-Mickey. Lá é possívei assistir a um show do Rei Leão (que infelizmente não vimos, porque o horário não bateu com as nossas andanças) e tirar fotos com mais personagens. Acabamos encontrando a Minnie (uma baita fila) e o Baloo e o Louie, personagens do filme Mogli.


Entre uma parte do parque e outra, acabamos sendo surpreendidos por uma parada! Digo supreendidos porque eu não tinha reparado no mapa que elass tinham horários certos (lerda, eu sei). Os personagens todos desfilaram ao som de uma música brasileira (juro que náo lembro qual), mas cantada em inglês.

A tarde já estava no meio quando fomos a última parte do parque ainda não explorada: DinoLand USA. A área parece mais um grande parque de diversões, daqueles que costumam viajar pelo interior do Brasil (lógico que tudo mais limpo e arrumado). Meu filho não quis ir a nenhum brinquedo, então aproveitamos para tirar umas fotos dele correndo solto, comer. No fim, fomos em uma montanha russa, meio sem graça, chamada Primeval Whirl. Nessa área também tem um show do Nemo, mas novamente o horário não batia. Ficar esperando não era a melhor opção, já que o Porqueira estava cansado. Desistimos e voltamos para o centro do parque, na área Discovery Land, onde há a chamada Árvore da Vida.

Lá entramos na última atração desse dia, It’s tough to be a bug. Um filme em 3D muito legal. Pena que meu filho entrou em pânico com o som alto e passou o tempo todo grudado no meu pescoço, de costas para a tela. Deu para ver bem que algumas crianças também se assutaram, sendo que parte delas até saiu. Fica a dica para os pais de crianças muito pequenas ou que se assustam fácil, esse brinquedo não é a melhor opcão.
O sol já estava no fim quando saímos do parque, no final da tarde. Daria para ir de novo em algum brinquedo. Mas o dia já tinha sido bem proveitoso e não queríamos cansar demais, nem nós, nem o bebê.
Para não perder a viagem, aproveitando que ainda estava dia, passamos em Downtown Disney, já que ficamos com medo de não conseguir ir em outro dia. Nada de balada, apenas passeamos meio sem rumo pelo local, tomamos um refresco e voltamos para o hotel.

Marido e filhotes mortos no final da tarde!

Maças do amor nada básicas…

Quem não ama lego não teve infância!
Minhas impressões: O Animal Kingdom é um parque feito para a família! Pouquíssimas atrações têm restrição de tamanho/idade o que facilita para os pais que estão com filhos pequenos. Meu filho se divertiu muito vendo os animais, encantado mesmo!
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Organização baratinha de sapatos

Desde que meu primeiro filho era pequenino há um certo controle (meu) no que diz respeito às compras.

Basicamente ele só usou as roupas que minha mãe trouxe de
viagem (claro que tive que comprar uma coisa ou outra, principalmente camiseta). Quando ele tinha 1 ano e 4 meses fomos para os EUA e novamente compramos quase tudo que ele usaria no próximo ano (o combo preço e qualidade é irresistível). 
Mas mesmo comprando muita coisa, toda a roupinha dele cabe em 4 gavetas e um cabideiro. Nada de exageros. Além disso, salvo algumas peças mais bonitas ou afetivamente especiais, tudo o que não serve mais eu doo. Portanto, não tem muita coisas guardada. 
Mas no quarto dele não tem um lugar próprio para guardar sapatos. E hoje ele tem uma quantidade boa, já que usa na escola, para brincar, sair e eles sujam. Então é preciso opções. 
Outro dia eu estava dando uma voltinha na “cidade” (Hahahhaha não moro na roça não! Quem é do interior não fala “centro”!) e passei em uma loja de 1,99 para comprar uns cabides para os meninos (esqueça essa história de que cabide de criança tem marca! Juro que li isso em um blog. Nenhum dinheiro do mundo justifica a necessidade disso!) e achei um daqueles organizadores de lingerie. Bingo!! 
Agora os sapatos dos filhotes estão organizados no armário, fáceis de ver e pegar. 
Olha aí: cabides da lojinha de 1,99 e organizador de lingerie fazendo as vezes de sapateira!
Os dois lados da “sapateira” Não custou nem R$10,00.

Cabide da loja de 1,99. Vem em kits de 3 que custam 4 reais. 


Você pode encontrar esse organizador de lingerie em lojas de R$1,99, hipermercados e em lojas pela internet mesmo. Sei que existem sapateiras mesmo, do mesmo estilo desse porta lingerie, mas são maiores e por isso acredito que não ficariam bons para os sapatos pequenos.
Organização BBB.

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O desfralde

Com a proximidade do segundo aniversário do Porqueira, começaram as perguntas sobre a retirada das fraldas. É incrível como as pessoas se preocupam com esse assunto. Dá a impressão de que, caso seu filho ainda use fraldas nesta idade, ele tem que ter algum problema!
É um tal de ouvir, “meu filho já tirou e ele nem fez dois anos”; “o filho da vizinha da minha amiga não usa fralda desde o primeiro aniversário”; “mas você não vai aproveitar o verão para tirar a fralda?” que cansa, e muito!
Apesar da pressão externa e do preço estratosférico das fraldas (com a idade aumentando e a oferta varidada de comidas, as fraldas estavam ficando com cheiro ruim se não fossem trocadas várias vezes; na verdade, acho que estava trocando mais a fralda do que fazia na época de recém nascido), resistimos bravamente. 
Isso aconteceu porque meu filho não dava sinais de que estava pronto para essa etapa. Primeiro porque ele não sabia ainda tirar a roupa sozinho, segundo porque ele não ficava muito tempo de fraldas vazias e terceiro (e principalmente) porque ele não tinha interesse em usar a privada, apesar de há tempos ir ao banheiro com a gente (privavidade para quê, meu povo) e querer dar descarga, coisa e tal.
O tempo foi passando e a escola nos convidou para uma palestra sobre o assunto com uma terapeuta ocupacional. Lá nos foi informado que o processo do desfralde seria iniciado com as crianças que “já estavam prontas” e o Porqueira estava inserido neste grupinho.
A primeira coisa que fizemos foi comprar uma mini-privada. Nada caro (segurei o impulso consumista e não gastei uma fortuna numa privadinha de marca), mas era bonitinha e colorida (e tocava uma musiquinha IRRITANTE). O segundo passo foi, contrariando a especialista, comprar uma fralda que possibilitasse ser abaixada.

A privadinha BBB.
Vimos esse modelo nos EUA (Huggies, salvo engano) e chegamos até a usar nas duas viagens, pela praticidade de trocar o meninão em pé. Aqui encontramos da Pampers, chama-se “Pants”.’
É dessa fralda que estou falando! Recomendo mesmo!
Digo contrariando porque a terapeuta disse que, para não confundir a criança, o ideal era tirar a fralda diurna de uma só vez, sem abrir concessões. O discurso é muito bonito para quem não viaja com frequencia, nem pretende sair de casa por um período mais elástico com a criança. Afinal, você não acha banheiros com facilidade por aí (limpos é pedir demais) e ninguém quer ficar trocando roupa molhada a toda hora. Além disso, apesar da facilidade dos meninos em usar qualquer lugar como “banheiro”, sou contra. Xixi na rua é nojento e só admitido em casos excepcionalíssimos, na minha opinião.
Passamos a deixá-lo só de cueca e camiseta em casa e quando saia para passear colocava a “cueca fralda”. Inventamos esse nome para dar um destaque à novidade. Nos primeiros dias, a gente perguntava a cada meia hora se ele queria ir ao banheiro. Em pouco tempo ele percebeu que não poderia fazer xixi ou cocô na cueca, porque iria ficar sujo. E por incrível que pareça, ficou com nojinho quando isso aconteceu. Quando estava com vontade, perguntava se estava de “fralda-cueca” e diante da resposta negativa, corria para a privadinha.
Claro que houve escapes. O cocô foi o mais demorado. Quando ele avisava que queria fazer, já estava fazendo. Mas em duas semanas estava resolvido esse problema. Na terceira semana ele já passou a sair de casa sem a “fralda-cueca”, apesar de mantê-la durante as viagens. Mais algumas semanas e tiramos essa também.
Tudo feito sem pressa e sem “pressão pelos resultados”. O processo todo levou pelo menos 1 mês e meio. Agora ele só usa a “fralda-cueca” (mantivemos o modelo) para dormir. Alguns dias ela amanhece cheia. Em outros, vazia. Por isso ainda vamos esperar um tempo para começar a tirar essa também. Tudo com muita calma, sem ansiedade.
É claro que cada criança tem seu tempo e cada família sabe qual o melhor método, mas acredito que manter a calma é a melhor opção, já que os pais parecem ficar mais nervosos do que a criança num momento desses.
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Disney com um bebê – Miami

Eu sei, o título deste post parece um contrassenso, afinal a Disney não fica em Miami. Mas vamos combinar que boa parte dos brasileiros que decide passear em Orlando pensa em ir até Miami ou vice-versa.

Como estávamos em dois adultos e um bebê achamos melhor ficar em hotel, até mesmo porque eu não conhecia nada da cidade e o marido havia estado lá muitos anos atrás em uma excursão de adolescentes. Antes de tudo pensei somente em cotar em hotéis de redes conhecidas. Depois decidi a região onde ficar.

Como todo aquele que pretende conhecer Miami sabe a parte turística na verdade é Miami Beach. E esta se divide em três partes: south miami, middle miami e north miami. Pesquisando ficou claro que South Miami era mais charmosa, mas bem mais cara. Sem contar que alguns hotéis “temáticos” (em prédios art deco) eram furadas. A escolha ficou então concentrada em Middle Miami. Por fim, fechamos com o Holiday Inn.

O hotel é aquele padrão rede mesmo. Duas camas grandes no quarto, banheiro com banheira e máquina de café no quarto, além de carpete no chão. No geral achei bom, mas um pouco apertado. Nosso quarto tinha “vista” para a rua, e estava num andar que não havia sido reformulado, mas estava tudo novo. No nosso andar havia uma máquina de gelo e uma de venda de bebidas.

O hotel tinha piscina, nos fundos, virada para o mar e acesso ao calçadão elevado (uma espécie de deck de madeira que tinha quilômetros) que beirava toda a praia. Nossa principal refeição no hotel foi o café da manhã e para os padrões brasileiros, muito bom. Isso significa muito mais que café, bacon e ovos. Havia pães, frutas, leite, cereais, omeletes feitos na hora, etc. Em uma das noite jantamos por lá. Nada de mais, mais o cansaço era grande naquele dia! rs

Como já havia dito, foi uma maratona chegar em Miami e chegamos no hotel PODRES. Tomamos um bom banho e resolvemos andar pela orla da praia. Juro que nem sei quando caminhamos, mas foi muito! O legal é que havia muitas pessoas caminhando também, fazendo exercícios… aliás, por lá tive a impressão que não fazem cooper, elas treinam para os 100m rasos! Nunca vi correr tão rápido…

Acabamos deixando o calçadão quando estava escurecendo e eu já estava morrendo de fome. Passamos a caminhar pela Collins Ave. olhando os restaurantes. Eu não tinha a indicação de nenhum específico e com o adicional de um bebê muitos foram sendo descartados por serem algo como “baladas”. Paramos no restaurante do Hotel Catalina. Comida gostosinha e ambiente agradável. Voltamos andando para o hotel (apesar de legal, afinal aproveitamos para “conhecer” a região, eu queria matar o marido! Foram 3km! Sem contar a vinda…).

No dia seguinte acordamos com calma. Pensei que o Porqueira iria acordar cedo, afinal tinha dormindo cedo, mas ele deveria estar tão cansado que não madrugou (ainda bem). Sem tem muito um roteiro definido, decidimos ir até a Bass Pro. Na verdade o marido estava MEGA ansioso para conhecer uma das maiores lojas de esportes “outdoor” do mundo e dar uma olhada (comprada) nos itens de pesca.

Acabamos nos enrolando com o GPS (o nome das ruas era parecido, com a diferença que um era avenida e o outro era rua), mas chegamos. Realmente a loja é descomunal. Fiquei boquiaberta. Até armamento vendem, mas não tive curiosidade de perguntar como seria a “burocracia” para adquirir uma, se é que existe. O que seria só uma visita (existe outra maior em Orlando), virou umas boas horas de pesquisa e compras.

A surpresa foi descobrir que a Bass Pro ficava dentro do Dolphin Mall. Digo surpresa porque este shopping/outlet não estava nos nossos planos. Final eram poucos dias em Miami e compras mesmo eu só estava pensando fazer em Orlando. Mas sabe como é… já que estávamos lá, resolvemos dar uma voltinha. O que deu para perceber que é o local é um misto de lojas normais com lojas de descontos. Dei uma passadinha na GAP (tinha uma encomendinha e acabei comprando umas coisas para o Porqueira – camiseta de manga comprida por US$1,99 foi uma delas! ehheehehe) e depois na OshKosh. Não queria comprar demais porque sabia que a American Airlines cobra por mala extra, mas os preços são bem convidativos.

Almoçamos por lá, em uma lanchonete, Johnny Rockets. Sanduíche gostoso e atendimento simpático, com direito a bexiga de presente para o bebê se distrair. Demos mais umas voltinhas, mas acabamos desistindo e voltando para o hotel. O cansaço da viagem estava pesando em nós três. Chegamos e capotamos na cama! Acordamos no fim da tarde.

Saímos em direção à South Beach, de carro desta vez. Todos os sites diziam a mesma coisa: é mega difícil estacionar por lá. Verdade, em partes, nada do que um brasileiro que mora em cidade do interior com poucas vagas na rua não esteja acostumado. Duas voltas no quarteirão e achamos uma vaga na “beira-mar”, em frente aos restaurantes mais movimentados. Descemos e fomos conhecer a parte mais animadinha de Miami. Muito legal ver as pessoas andando, todos despreocupados, vários com cara de estudante aproveitando o finzinho do “Spring Break”, além de famílias e vovôs. A única parada foi na Sephora, da Collins Ave. Tinha a encomenda de um perfume para a mammy, desses que não tem no Free Shop, e eu não queria arriscar não achar. Acabou que demoramos mais do que o previsto, porque eu me empolguei e comprei coisitas para mim! rs

De lá, continuamos andando, em direção ao sul, até chegar na 5th Street, onde há uma Walgreens na esquina. Paramos lá para comprar água, umas bolachinhas, leite para o bebê e outras coisas para deixar no hotel. Acabamos tendo que sair também com uma bola de futebol… coi
sas da vida! eheheheh Voltamos para o norte caminhando pela Ocean Drive, até alcançar o carro. Deixamos as coisas dentro, renovamos o cartão do parquímetro (pago com cartão de crédito; mas moderno impossível, eu diria) e ficamos procurando algum lugar para comer que não estivesse muito cheio e não fosse muito animado (as músicas estavam bem altas). Paramos em restaurante que não estava bombado. Comida fraca e drinks gigantes. Não em lembro o nome, infelizmente. De lá, voltamos para o hotel.

Na manhã do terceiro dia o tempo não estava dos melhores. Na dúvida escolhemos conhecer o Miami Childrens Museum. Eu diria que é um passeio incrível para as crianças, mas não tão pequenas quanto o nosso. Eu até mexeu em bastante coisa, subiu em motos e carros, jogou bolinhas e blocos. Mas deu nitidamente para perceber que ele não entendeu o “alcance” da coisa. Melhor explicando, ele não entendeu que aquilo era um “mundo em miniatura”. O contra? Adulto paga! Onde já se viu isso. Nenhum de nós dois brincou com nada, o foco era a criança, mas nós pagamos US$16 cada, além do ingresso do lindão (só crianças menores que 1 ano não pagam). Almoçamos ali mesmo, no Subway.

Ao sair o tempo estava horrível. E confesso que eu não tinha pensado em nenhuma alternativa para isso. Acabamos pegando a estrada e partimos para as compras, ou seja, Sawgrass Mills. Gente do céu, o que é aquilo? Eu já tinha lido que era um dos maiores outlets existentes, mas só chegando lá para ter noção. O marido já até conhecida (segundo ele, o Shopping do “Jacaré” era o melhor de Miami kkkkkk), mas nem ele se lembrava que era esse e nem que era tão grande! Para ser sincera, um dia é MUITO pouco. Aquilo é descomunal.

Rodamos muito, mas com uma criança que não queria ficar no carrinho o tempo todo, ficou difícil olhar com a calma necessária. Os dois homens da casa aproveitaram mais as compras. Eu só dei uma passada na CK. O resto foi tudo para eles. E como foi “produtivo”. Mas nem tudo são flores. Algumas lojas (vide Tommy, Polo) têm itens com descontos, mas não são todos. Ou seja, fique de olho na arara/estante para não pegar algo achando que é um preço e tomar um susto no caixa. Lanchamos por lá, em um restaurante japonês self-service (aqueles que fica rodando a comida em uma
esteira) ótimo! Fica em uma daquelas ilhas de comida que existem pelos corredores (SushiGami, salvo engano). Recomendo. Saímos de lá já no fim de tarde, podres. Na verdade nem olhamos metade do que tinha, mas não queríamos cansar a todos nem necessidade. Chovia canivete. Decidimos jantar no hotel e ficar por lá mesmo.

No dia seguinte, último “inteiro” por lá, o destino foi Coral Gabes. Uma cidade super perto de Miami e chique, chique. Primeiros fomos conhecer o hotel Biltmore. Lindo. O campo de golfe (para quem gosta) é gigante, mas logo na entrada há uma placa dizendo para não pisar! kkkkkk Umas duas dezenas de quadras de tênnis, piscina, jardins. Já tinha lido sobre o bruch de lá, mas nenhum de nós quis. O Porqueira é comportado, mas o ambiente não pedia uma criança à mesa.

Nos perdemos um pouquinho (o GPS não estava colaborando e não encontramos o Museu dos Corais) e estacionamos próximo ao Coconut Grove. O bairro é uma graça e todos os restaurantes pareciam legais. Mas o tempo estava realmente ruim e vira e mexe chovia. Almoçamos na ChesseCake Factory abrigados da chuva. Tem uma loja engraçada, temática, da Panam e outra com centenas de modelos de “crocs” (o Porqueira ganhou um lindo, camuflado e forrado – depois de ter molhado o tênis em uma poça de chuva no hotel. Pena que perdeu na conexão em NY).

Como a chuva não dava trégua, voltamos para Miami e paramos em uma Target! kkkkkkkkkk Umas comprinhas de beleza e comida, depois fomos para a TJMaxx comprar uma mala extra (isso porque a gente não iria comprar NADA em Miami!) e depois na BestBuy comprar um chip pré-pago de celular para acionar a internet e o GPS do Iphone. A esta altura a chuva tinha parado e voltamos para a área de SouthBeach para jantar.

Escolhemos um restaurante italiano super-animado, com uma ÓTIMA comida, na Spañola Way: Osteria Romana. Um antepasto gigante, um tagliarini delicioso e um vinho depois, voltamos para o hotel. A esta altura o Porqueira tinha dormido no carrinho.

                                       O carrinho fazendo figuração…

No dia seguinte tudo foi rápido, pois o vôo era cedo. Café, check-out ligeiro e novo destino.

Sem dúvidas Miami é incrível. Isso porque não conhecemos praticamente nada, já que o tempo não ajudou. Já está na mira volta logo, logo (outubro, mais precisamente) e conhecer aquilo que ficou de fora.

Outra constatação é, sem carro, sem passeio. Infelizmente. Alugamos o nosso (um Hunday basico, mas que aqui seria mega-top) na Sixt e não tivemos qualquer aborrecimento (salvo a história de abastecer. Ódio daqueles postos onde a máquina não aceitava cartão internacional! Levamos 2 dias para descobrir que bastava pagar para o carinha que fica na lanchonete do posto! Isso porque um cara que estava abastecendo nos explicou). Preço bons, carros novíssimos e nenhuma dor de cabeça para retirar ou devolver o carro (alô Localiza!!!)

ps: subo as fotos depois… a internet não está colaborando hoje.

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Documentos para seu bebê

Não sei se já escrevi aqui, mas o filhote é um bebê com documentos. Não! Não “esses documentos” que ele tem mesmo ehheheh Mas desde muito pequenininho, ele já tinha CPF, RG.

Resolvi postar aqui uma série de informações para ajudar as mamães ou papais (por que não?) a providenciarem os documentos para seus rebentos.

Ahhh algumas dicas são especificas para o pessoa que é do Estado de São Paulo, já que cada Estado da Federação pode emitir RG a sua maneira.

1) CERTIDÃO DE NASCIMENTO

É o primeiro documento do bebê brasileiro e, também, o que serve para dar entrada nos outros.

Como fazer?

Tirar uma certidão de nascimento é um processo fácil, apesar disso, milhares de brasileiros não possuem registro!

Se a criança nasceu em hospital ou maternidade, os pais recebem uma via da Declaração de Nascido Vivo (DN) – salvo engano tem 3 vias coloridas – que deve ser levada a um Cartório de Registro Civil. Muitos hospitais possuem unidades “avançadas” dos Cartórios de Registro Civil dentro de suas dependências, mas não é a regra.

Se a criança nasceu em casa, os pais ou a pessoa responsável pelo registro podem ir direto a um cartório.

Aqui no Estado de São Paulo, cada cartório (pode haver mais de 1 em cada cidade) tem uma “área de abrangência”. Se você tem dúvida sobre qual deve procurar, pergunte no hospital que eles, com certeza, saberão indicar o certo.

O prazo para comparecer no cartório é de 15 dias após o nascimento da criança, mas caso os pais morem a mais de 30 quilômetros do cartório mais próximo, o período aumenta para três meses após o nascimento. É claro que depois de passado esse tempo, vai poder registrar! Mas esses prazos estão previstos na lei.

Se for a mãe a pessoa a registrar a criança, o prazo para declaração é prorrogado por 45 dias (afinal ela está se recuperando no parto, né?!).

O registro deve ser feito, preferencialmente, pelo pai da criança (se ele for, tem presunção de paternidade, mesmo sem a declaração de nascido vivo, o registro sairá em nome do casal).

Caso o pai não possa ir, é a mãe quem deve realizar o registro (e aí se ela não tiver a declaração de nascido vivo, o registro não incluirá o nome do pai, mas ela pode indicar, depois o pai será chamado pelo Juiz para confirmar a paternidade e registrar a criança).

Essa seria a ordem preferencial de registro da criança:
1. Pai
2. Mãe
3. Parente mais próximo
4. Administradores do hospital onde nasceu a criança
5. Médicos e parteiras que assistiram o parto
Pessoa idônea da casa em que ocorreu o nascimento (se for fora da residência da mãe)
6. Encarregados da guarda da criança.

Documentos necessários

Se os pais da criança são casados, devem comparecer ao cartório também com a Certidão de Casamento.

Se não forem casados, um deles ou os dois devem comparecer com carteira de identidade ou registro de nascimento deles. Nesse caso, o pai só constará no Registro Civil de Nascimento se declarar a filiação paterna ou autorizá-la por escrito (afinal, também neste caso não há a presunção de paternidade gerada pelo casamento).

Caso os pais da criança tenham menos de 16 anos, eles devem ir a um cartório civil acompanhados dos avós da criança ou de um responsável com mais de 21 anos. Os documentos necessários para o registro são os mesmos dos que falei antes.

Quanto custa?

A certidão de nascimento é um documento é emitido gratuitamente nos cartórios.

No caso de segunda via do documento, poderá haver cobrança. Caso não possa arcar com os custos, precisará comprovar sua condição de hipossuficiente com uma declaração de próprio punho ou feita a seu pedido (caso seja analfabeto), assinada também por duas testemunhas.

2) CPF

O Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) é um banco de dados que armazena informações cadastrais dos contribuintes (pessoas que pagam impostos, tributos e têm que estar registrados no sistema) e das pessoas que se inscrevem voluntariamente no cadastro (no caso, as crianças).

O CPF é de responsabilidade da Receita Federal e deve ser feito apenas uma vez (ou seja, depois que fez, ficará com o mesmo número a vida toda).

É importante para que pessoas realizem ações, como abrir conta em banco e declarar Imposto de Renda, além de ser colocado na Declaração de IR do pai/mãe que declara o menor como seu dependente, além de indicar ao plano de saúde.

Onde deve ser feito?
Em entidades conveniadas da Receita Federal: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou nos Correios.

Eu fiz no BB. Levou 5 minutos para ficar pronto. Hoje em dia não tem mais adquire cartão durinho. Eles vão te dar uma folha com o número do CPF. Guarde! Se prefere ter algo mais durável, vá ao site da Receita federal e imprima o cartão virtual e plastifique.

Quanto custa?
As entidades conveniadas da Receita cobram uma taxa de serviço no valor de R$ 5,50, relativa ao custo com atendimento, emissão.

Em alguns lugares é possível fazer gratuitamente o serviço de inscrição e alteração de endereço no Cadastro de Pessoa Física. Acesse a lista de entidades públicas de atendimento ao cidadão que realizam a inscrição gratuita no CPF.

Como deve ser feito?
Um dos pais deve se dirigir a uma unidade de atendimento do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal ou dos Correios, portando os seguintes documentos: 
a) certidão de nascimento da criança;
b) documento de identidade de um dos pais;
3) RG
É um documento emitido para pessoas nascidas e registrados no Brasil e para nascidos no exterior, que sejam filhos de brasileiros. Serve para confirmar a identidade da pessoa e para solicitação de outros documentos. O registro é válido em todo o território nacional e substitui o passaporte em viagens para a Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile.
Onde deve ser feito?
O Registro Geral é emitido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de cada estado do Brasil. Os pais devem procurar postos de identificação civil para solicitar o RG. Para mais informações, entre em contato com o Instituto de Identificação de seu estado.
Aqui em São Paulo, basta ir ao Poupatempo mais próximo. Lá eles preenchem o formulário (porque nos outros lugares do IIRGD você tem que preencher À MAQUINA (!), sem erros. Alôooo Governo do Estado vamos disponibilizar o formulário “online” ou permitir que se preencha à mão? Quem tem máquina de escrever hoje em dia? 
Se você não tem Poupatempo por perto, precisa comprar o formulário, que pode ser encontrado em qualquer papelaria. Aí, se tiver máquina de escrever em casa (!) preenche sem errar. Se não tiver, procure quem ainda tem ou vá atrás de um despachante para te ajudar.
Quando deve ser feito?
Em qualquer idade, mas é melhor esperar seu bebê ter um dedinho de um tamanho suficiente para colocar na tinta, afinal ele não sabe escrever! 
O filhote foi levado ao Poupatempo quando tinha 7 meses. 
Quanto custa?
A partir de setembro de 2012, a emissão da primeira via da carteira de identidade passou a ser gratuita em todo o território nacional, para todos os brasileiros. A emissão da segunda via, no entanto, pode ser cobrada. O valor da taxa será determinado pela legislação de cada Estado.
Como deve ser feito?
Um dos pais eve ir a um posto de identificação civil em sua cidade, com uma foto recente em formato 3×4 (com fundo branco) e com a Certidão de Nascimento, a Certidão de Casamento, de acordo com cada caso.

PS: Para mim é o documento essencial (apesar de ter feito todos os outros aqui citados). É muito mais prático e seguro usar o RG com a foto de seu filho do que ficar carregando aquele papel, dobrado, correndo o risco de perder, rasgar… 
4) PASSAPORTE
O passaporte é documento obrigatório para a entrada de estrangeiros em um país. No Brasil, tem validade de cinco anos (para crianças menores de quatro anos, o prazo varia de acordo com a idade. Olha a tabela aqui) e pode ser solicitado por brasileiros natos ou naturalizados.
Como fazer?
Para emitir, primeiro deve ser preenchido o formulário que existe no site a Polícia Federal
Quais os documentos a criança precisa ter?
• Comprovante bancário de pagamento da Guia de Recolhimento da União (GRU), no valor de R$156,07 para novo passaporte ou renovação e R$312,14 em caso de perda, roubo ou extravio do passaporte antigo;
• Cadastro de Pessoa Física (CPF) do requerente e, no caso de menores de 18 anos, do pai, mãe ou responsável legal. Se eu filhote já tiver CPF, basta indicar o dele. Mas convenhamos, se você vai tirar passaporte, já deveria ter feito o CPF e o RG do mini-viajante!
• Carteira de identidade ou Certidão de Nascimento, no caso de menores de 12 anos (mesmo comentário acima);
• Brasileiros menores de 18 anos devem apresentar autorização do pai e da mãe ou do responsável legal para obter o passaporte (essa autorização é emitida pelo próprio site. Não deixe de imprimir, dar para o pai/mãe assinar, e levar no dia agendado).
Em algumas unidades da Polícia Federal é necessário o agendamento com antecedência (aqui em São Paulo é assim). Para realizá-lo é preciso já ter feito a solicitação do documento “online”. Depois você escolhe a Delegacia da PF mais próxima da sua casa e escolhe dia e hora para ser atendido. A que eu escolhi, não tinha fila nenhuma, mas o agendamentos só eram para, no máximo, uma semana. Em Delegacias mais movimentadas, o calendário abre com mais opções de dia.
Em caso de renovação, também é necessário levar o passaporte anterior, ou será cobrada a taxa de R$312,14. Você deve estar pensando, renovação? Sim!! Como para crianças menores de 5 anos a validade é curta (o passaporte do filhote é válido por apenas 1 ano, por exemplo), muitas vezes vai ser preciso renovar, até porque quase a totalidade dos países exige um prazo mínimo de validade de 6 meses do passaporte para permitir o ingresso. Então, por exemplo, o do filhote que é válido até 8 de novembro de 2013, deixa de ser “útil”, em junho de 2013, quando faltarão 6 meses para ele expirar. 
Por isso, se não tiver nenhuma viagem à vista, não faça o passaporte de seu filho. É caro e tem validade curta. Mas se for viajar para o exterior (que não seja pelo Mercosul, onde se aceita o RG), se programe para fazer tudo dentro dos prazos da viagem/validade do documento, ainda mais se vai ser preciso visto de entrada.