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Disney com um bebê – Orlando, primeiro dia.

Nós chegamos em Orlando no sábado de tarde e decidimos que não iriamos a parque nenhum neste dia, “para evitar a fadiga”.

Ficamos hospedados no Four Points by Sheraton, na Internacional Drive. Hotel excelente. A localização era ótima (em frente tinha um 7 Eleven, para garantir o café da manhã “brasileiro”, lanchinhos para os parques e outras “coisitas” super necessárias que só uma loja de conveniência norte-americana tem! ahaahahahah). A menos de 500m há uma Walgreens gigante, 24 horas, com os mesmos benefícios do 7 Eleven, além de vender fórmula. E centenas de restaurantes para todos os gostos e bolsos por perto). A equipe extremamente simpática.

Os únicos problemas foram: não tinha frigobar ou micro-ondas no quarto (na verdade poderia pedir, mas pagava extra e não achamos tão necessário, já que ficaríamos fora quase o dia todo). Como o filhote mamava sem precisar esquentar o “leite”, bastava misturar a fórmula (lá vende o Similac Sensitive em qualquer lugar, inclusive supermercados) com a água e pronto. Das vezes que precisei esquentar uma comidinha da Gerber, me levaram até a cozinha dos funcionários; o café da manhã estava mega-fora dos nossos padrões. Diferentemente do Holiday Inn, quase não havia frutas e de frios, só um cream cheese. Sobravam batatas, bacon, ovos, torradas, salsichas… por sorte o chefe era brasileiro (acho que metade de Orlando é) e da única vez que tomamos café lá, num dia que não iriamos ao parque, ele fez um achocolatado para mim, que não toma café nem suco de laranja.

Um dos outlets de Orlando (Premium Outlet Orlando – Internacional Drive) ficava pertinho do hotel. Então, tomamos um banho, deixamos as malas e fomos “muambar”. Já que era uma tarde sem parques mesmo, melhor já “gastá-la” “gastando dinheiro”.  Ele é infinitamente menor que o Sawgrass de Miami, mas fica a céu aberto. O sol estava de rachar e ficamos muito cansados de andar para cima e para baixo. Almoçamos um lanche por lá mesmo (numa barraquinha supostamente brasileira que tinha até um projeto de pão-de-queijo). Em um dos quiosques de venda de suplementos (que deve ter em todo o lugar naquele país) encontramos um brasileiro trabalhando (não diga! sério?) que nos indicou o restaurante Camila’s para comer. Você deve estar pensando, “ahhh esses brasileiros não têm jeito… viajam e ficam procurando comida brasileira”. Verdade, em partes.

Quem não sente saudades da comida que come todos os dias? Eu adoro conhecer comidas novas, ir a restaurantes, etc. Mas tem dia que quero sim bife, arroz e feijão. Mas o que pesou mesmo e fez a gente voltar lá outras 3 vezes foi o Porqueira, que comeu tanto arroz com feijão no primeiro dia que deve ter feito os vizinhos da mesa do lado pensarem que ele estava vindo da Etiópia de tanta fome!

Do outlet fomos para a gigante Bass Pro, que fica em um shopping logo ao lado. Nem sem quantas horas ficamos lá dentro, até o marido escolher todas as iscas, vara (sim, ele trouxe uma), e outras tralhas de pescas. O preço não é de desconto (trata-se de uma loja normal), mas segue aquele esquema de “metade do preço”, no mínimo, se comparado ao Brasil.

Voltamos à noite para hotel, para descansar que o dia seguinte seria puxado…

Ahhh o que eu achei do Outlet da Internacional Drive? Para homens e crianças o paraíso. Nunca comprei tanta roupa para o marido e para o filhote. Para mulheres, que têm variados estilos, depende da loja. Comprei shorts na Guess a um bom preço e blusinhas e uma calça para trabalhar na CK, além de um óculos a preço de banana. Achei um tênis lindo na Nike (costumo ter um só par e olhe lá), que seria estreado nos parques (contrariando todas as recomendações dos experts da internet). Como eu disse, varia conforme a loja e seu interesse. Vi gente carregado de sacolas, mas no meu caso, fui mais contida, já que não queria comprar só por comprar.

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