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Disney com um bebê – Magic Kingdom – Dia 3

Seguindo a minha lógica de pensamento, escolhi ir ao MK em uma segunda-feira. Eu imaginava que sendo um dia útil, o parque mais famoso do complexo Disney estaria vazio… Ledo engano!
De qualquer forma, madrugamos novamente. No MK os personagens podem ser encontrados no Palácio de Cristal. Desta vez decidi que seria legal tomar café da manhã por lá. Chegamos 30 minutos antes de nossa reserva, com o parque ainda fechado. Mesmo assim fomos autorizados a entrar, bastou mostrar o papel de reserva no restaurante. 
O mais incrível foi ter entrado no parque vazio ainda. Conseguimos ótimas fotos na Main Street com o Castelo da Cinderela ao fundo, já que a rua estava vazia. 
Parque lotado quando chegamos! rsrsr

No horário da reserva entramos no restaurante. O café é em estilo buffet e tem ótimas opções que estão bem de acordo com nosso conceito brasileiro de café da manhã. Lá você pode encontrar os personagens do desenho Ursinho Puff (que agora virou Pooh no Brasil) que são extremamente simpáticos e atenciosos. O Porqueira se encantou com o burro e corria atrás dele por todos os lados.

Aliás, o filhote fez tanto sucesso que foi levado até a cozinha por um funcionário (que nos disse ser casado com uma paulista) para conhecer os outros integrantes da equipe.

Quando saímos o parque já estava bem movimentado. Decidimos seguir a ordem do mapa, em sentido anti-horário, e ir conhecendo as atrações. A primeira parada foi em Adventure Land. Confesso que fiquei um pouco decepcionada com alguns brinquedos que devem estar lá desde a viagem do meu avô à Disney nos anos 70! Então, eu não recomendo, com base na minha experiência, que você perca tempo com os seguintes brinquedos: 
– Swiss Family Tree House (extremamente sem graça. Trata-se de um sobe-e-desce sem fim em uma árvore. Nada de interessante para ver. Além de ser cansativo, a gente ainda carregou o Porqueira no colo. Mico total!); 
Subimos centenas de degraus para nada!

– Jungle Cruse (você entra num barco que passa por um caminho fixo por um rio artificial. Todos os bonecos de homens e bichos eram muito toscos. Nem meu filho pequeno se empolgou!); 
– Piratas of the Caribbean (idem ao anterior. Se você é paulista e já foi na Montanha Encantada do extinto Playcenter, vai saber exatamente do que eu estou falando. A úncia parte legal é encontrar Jack Sparrow no final. Esse sim, boneco novo e praticamente uma cópia perfeita do Jonny Deep). 

Pausa para trocar a fraldinha…

Como vocês podem perceber, sobrou nessa área apenas o The Magic Carpets os Aladdin (novinho em folha!)
   
Adoramos o passeio, já que é um dos brinquedos que o filhote pode ir sem problemas) e Walt Disney’s Enchanted Tiki Room (que não fomos).
Seguindo o mapa, nos dirigimos à Frontierland. Lá estão três brinquedos supertradicionais do parque: Walt Disney World Railroad (um passeio de trem pelo parque. Mas só passa pelo lado externo. Na verdade não dá para ver muita coisa, mas se você quer economizar uma caminhada, pode descer na estação que fica em frente à Main Street); Splash Mountain (apenas a queda é legal. As filas costuma ser imensas. Coitado do marido que entrou quando o relógio marcava 25 minutos de espera e ficou 1h30!!!!! A essa altura o parque já estava lotado. Por um momento achei que tinhamos perdido um do outro, porque demorou demais. Eu dei sorte porque usei o Child Swap. Mas mesmo assim demorou); Big Thunder Mountains Railroad (a fila estava imensa e o fastpass esgotado! Depois da experiência da Splash Mountain desistimos). Ignoramos as outras duas atrações (Country Bear Jamboree e Tom Sawer Island). 
Pausa para um lanche. O sol estava a pino. Não havia uma nuvem no céu. Para dizer a verdade estava MUITO calor. Decidimos parar um pouco e deixar o filhote dormir à sombra. 
Seguimos pela Liberty Square e nenhuma das atrações nos interessou. Não tenho vontade nenhuma de conhecer a galeria de bonecos de ex-presidentes americanos (The Hall Of Presidents), o passeio de barco nos pareceu bobo (Liberty Square RiverBoat) e eu MORRO de medo de casa fantasmas (ridículo, eu sei…), então ignorei solenemente a Haunted Mansion.
Passamos em frente ao Castelo da Cinderela e estava tendo um show musical com o Mickey, Minnie e e alguns casais de príncipes e princesas dos filmes. Muito animado! 

Tiramos algumas fotos utilizado o PhotoPass e passamos para o extremo direito do parque, onde está a Tomorrow Land. Nós dois queriamos ir na Space Mountain. Pegamos o Fast Pass e saímos para conhecer outros brinquedos. Infelizmente estava tudo MUITO cheio. E a essa altura o filhote não estava aceitando passivamente ficar sentado no carrinho. Acabamos indo em só uma atração (Buzz Lightyear’s Space Range Spin – muito legal, por sinal!). Vocês devem estar pensando, uma só. Sim!!!! Apesar do fastpass a Space Mountain fechou por problemas técnicos e acabamos não indo… Uma pena…

Na fila do Buzz Lightyear’s Space Range Spin

Deixamos então o Porqueira correr feliz pelo parque, já que ele estava impaciente. Acabou terminando sua folia em uma Discoteca ao ar livre com a participação do Stich e do Tico e Teco.


Fomos até a Fantasyland na esperança de conhecer o Peter’s Pan Flight (chegamos a pegar o FastPass, que infelizmente não foi utilizado). O marido foi com o Pimpolho no Mad Tea Party (a famosa xícara). Tentamos entrar nos outros brinquedos, mas as filas eram desanimadoras. 
Já era por volta das 18h30 e o filhote estava dormindo no carrinho. Decidimos ir até a Main Street e garantir um bom lugar para ver a Electrical Parade e o Show de Fogos do Castelo. Ainda estava vazio. Era cedo! Mas a gente estava PODRE. O calor foi muito grande durante o dia todo e as filas estavam gigantes. Nos revezamos sentados no chão, bem no final da Main Street, ao lado da Casey’s Corner. 
E lá ficamos até o final do espetáculo. Quase 24h00! O filhote estava tão cansado, mas tão cansado, que não acordou nem com o fogos! Inacreditável.
Ahhh preciso dizer também que conforme o tempo foi passando, o local foi ficando mais e mais cheio. Famílias e pessoas sem educação (independente da nacionalidade, viu), tentaram entrar na nossa frente e na frente de outros que estavam sentados há tempos “na primeira fila” do chão. Cara-de-pau não tem limites. Aliás, rolou um barraco entre uma família americana que estava sentada do nosos lado e outra espertinha que tentou se postar à frente, fora da faixa demarcada.
Quando a Electrical Parade começou, chamamos as crianças que estavam atrás de nós para verem melhor (afinal elas não iriam enxergar nada atrás dos adultos e também não iriam comprometer nossa visão). Os pais todos agradeceram. 
Já os fogos (Fantasy in the Sky Fireworks) podem ser bem vistos em qualquer lugar da Main Street.
O parque esvazia muito rápido. Mas fica a dica para quem prentendde ficar até o fechamento, em alguns dias o espetáculo (Tha Magic, The Memories and you) que acontence no castelo se repete. Ou seja, você pode deixar para assitir quando o parque já está quase vazio e aproveitar os brinquedos mais vazios…
Minhas impressões: é sem dúvida o parque mais voltado para as crianças pequenas. Mas, por outro lado, é muito grande e com muitas atrações. Então, num dia cheio como esse, vocês não vão conseguir ver todas as atrações. Se puderem voltar outro dia, é uma boa pedida. 
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Disney com um bebê – Animal Kingdom, dia 2.

Acordamos supercedo! Ainda mal tinha amanhecido e já estávamos tomando café para sair logo. Na verdade a gente estava numa ansiedade sem tamanho, até o marido. O Porqueira nem percebeu o movimento, já que mamou, e continuou dormindo, mesmo depois de eu ter trocado a roupa dele.
Nós fomos no início de abril e percebemos bem que de noite o tempo esfriava e assim continuava nas primeiras horas da manhã. Mas a experiência do primeiro dia em Orlando já havia mostrado que fazia um calor dos infernos durante o dia. Então nós fomos já de shorts para o parque. O marido até de regata. Mas levando uma blusa para vestir no final da tarde. O filhote foi de calça de blusa de frio, mas com duas mudas de roupas mais frescas dentro da mochila.
Apesar de saber que existem “Babies Center” em todos os parques da Disney (muito bem equipados, por sinal, com comida, micro-ondas, sala de amamentação, berços e tudo o que o lugar desses tem direito), levamos três porções de fórmula, bolachinhas salgadas e doces, sucrilhos em caixinha e comida pronta. Não é a melhor alimentação do mundo, mas fome o porqueira não passaria.
Escolhi o Animal Kingdom  para ser o primeiro parque porque pensei que ele seria bem mais vazio que o Magic Kingdom em um domingo de sol. Nesse aspecto eu acertei. Passeamos calmamente pelo parque todo, quase sem filas. Certamente daria para ver e aproveitar quase tudo, claro, se não tivesse uma criança com a gente, o que fez com que o ritmo fosse menos intenso.

Ingressos na mão (compramos ainda no Brasil, através de uma agência. E dá para parcelar).

Antes de tudo eu já tinha lido sobre a possibilidade de tomar refeições com os personagens e no Animal Kingdom escolhemos almoçar com eles. A reserva foi feita com antecedência, pelo site da Disney mesmo. Lá o restaurante disponível para refeições com os personagens é o Tusker House Restaurante, com comida inspirada na africana, além de opções americanas. Havia frango, peixe, cuscuz, arroz, mac’n’cheese Os personagens que encontramos foram o Mickey, a Minnie, o Pateta (gigante, causou um certo terror no Filhote) e o Pato Donald, todos vestidos como se estivessem indo fazer um safari.

De posse do mapa do parque e sabendo que lá não tinha atrações muito radicais (nossas preferidas), traçamos um plano e, aproveitando que estava super cedo, nos dirigimos à área “Asia”. Lá a primeira atração foi a montanha russa “Expedition Everest” (boa, ainda mais com a descida de ré, mas nada assustadora). Foi a primeira vez que utilizamos o Child Swap e digo que funcionou muito bem! O marido entrou na fila primeiro (o combinado era que ele ficaria na espera, encarando as filas) e eu fiquei com o filhote, passeando pelas redondezas. Um funcionário do parque me deu um ticket e assim que o marido saia do brinquedo, eu entrava, pela fila do Fast Pass, utilizando o “child swap”. Perfeito!!


Para ficar mais claro, o Child Swap está, segundo nos foi informado, disponível para todos os brinquedos com restrição de altura. Fomos em alguns que não seriam propriamente para a idade do Filhote, mas como não era radical, entramos os três juntos.
Depois passamos pelo “Kali River Rapids” (uma descida pelas corredeiras em um bote redondo), já que molha e teríamos o dia todo para secar as roupas. Nessa hora ainda estava friozinho, mas nada que incomodasse. Em seguida pelo Maharajah Jungle Treck, onde já pudemos os animais e que estão espalhados, tais como tigres e morcegos. O passeio é feito toda a pé, mas o carrinho vai bem (o filhote até tirou um cochilinho).

Em seguida fomos até o Flights Of Wonder. A apresentação dos pássaros é bonitinha, mas os tratadores falam somente em inglês. Nada que atrapalhe quem não fala ou não tem muita fluência, já que os passaros é que são a atração.

De lá fomos para a Área conhecida como Rafiki’s Planet Watch, onde se pode ser os animais menores em ambientes que simulam os naturais (haviam micro-pererecas coloridas!) e as ações feitas pelos veterinários do parque. Neste lugar tiramos foto com o Rafiki, personagem do filme Rei Leão.

Porqueira olhado as vitrines com os animais (o espaço é fechado, então deixamos ele livre para andar)

Rafiki

Pausa para um lanche, já na “Africa”. Lá fomos ao Pangani Forest Exploration Trail, também para ver animais (peixes, gorilas, entre outros) o passeio é feito a pé. Escolhemos esse primeiro porque não tem filas e não queríamos correr o risco de perder a reserva do restaurante.
Como eu disse acima, nossa intenção era aproveitar as refeições para tirar fotos com os personagens, sendo que alguns deles só são encontrados nesses lugares. Chegamos ao Tusker House Restaurante um pouco antes da hora marcada e o Pimpolho estava dormindo. As fotos com o Pato Donald são feitas antes de entrar no salão e nós dois não queríamos que ele ficasse de fora. Acabamos entrando sem essa foto. Durante a refeição os outros três personagens apareceram e mesmo diante do choro não se intimidaram. Aliás, foram muito corteses. Quando terminamos nossa refeição, explicamos para a senhora que ficava na porta do restaurante que meu filho não tinha conseguido a foto do Pato Donald porque estava dormindo. Imediatamente ela nos levou ao local onde ele estava e pudemos fazer o registro! Muito simpáticos. 
Então fizemos o famoso “safari” (Kilimanjaro Safaris). O passeio é feito dentro de um veículo que passa por vários habitats simulados (fiquei impressionada com as árvores. Na verdade fiquei na dúvida se algumas eram verdadeiras ou falsas). Apesar de estar calor, os animais estavam ativos, passeando bastante, tiramos várias fotos boas. Foi uma ótima opção após o almoço, já que era um passeio calmo, sentado.

Terminada essa parte do parte, nos dirigimos ao Camp Minnie-Mickey. Lá é possívei assistir a um show do Rei Leão (que infelizmente não vimos, porque o horário não bateu com as nossas andanças) e tirar fotos com mais personagens. Acabamos encontrando a Minnie (uma baita fila) e o Baloo e o Louie, personagens do filme Mogli.


Entre uma parte do parque e outra, acabamos sendo surpreendidos por uma parada! Digo supreendidos porque eu não tinha reparado no mapa que elass tinham horários certos (lerda, eu sei). Os personagens todos desfilaram ao som de uma música brasileira (juro que náo lembro qual), mas cantada em inglês.

A tarde já estava no meio quando fomos a última parte do parque ainda não explorada: DinoLand USA. A área parece mais um grande parque de diversões, daqueles que costumam viajar pelo interior do Brasil (lógico que tudo mais limpo e arrumado). Meu filho não quis ir a nenhum brinquedo, então aproveitamos para tirar umas fotos dele correndo solto, comer. No fim, fomos em uma montanha russa, meio sem graça, chamada Primeval Whirl. Nessa área também tem um show do Nemo, mas novamente o horário não batia. Ficar esperando não era a melhor opção, já que o Porqueira estava cansado. Desistimos e voltamos para o centro do parque, na área Discovery Land, onde há a chamada Árvore da Vida.

Lá entramos na última atração desse dia, It’s tough to be a bug. Um filme em 3D muito legal. Pena que meu filho entrou em pânico com o som alto e passou o tempo todo grudado no meu pescoço, de costas para a tela. Deu para ver bem que algumas crianças também se assutaram, sendo que parte delas até saiu. Fica a dica para os pais de crianças muito pequenas ou que se assustam fácil, esse brinquedo não é a melhor opcão.
O sol já estava no fim quando saímos do parque, no final da tarde. Daria para ir de novo em algum brinquedo. Mas o dia já tinha sido bem proveitoso e não queríamos cansar demais, nem nós, nem o bebê.
Para não perder a viagem, aproveitando que ainda estava dia, passamos em Downtown Disney, já que ficamos com medo de não conseguir ir em outro dia. Nada de balada, apenas passeamos meio sem rumo pelo local, tomamos um refresco e voltamos para o hotel.

Marido e filhotes mortos no final da tarde!

Maças do amor nada básicas…

Quem não ama lego não teve infância!
Minhas impressões: O Animal Kingdom é um parque feito para a família! Pouquíssimas atrações têm restrição de tamanho/idade o que facilita para os pais que estão com filhos pequenos. Meu filho se divertiu muito vendo os animais, encantado mesmo!
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Disney com um bebê – Miami – Parte 2

Preciso complementar o post anterior sobre Miami, afinal as “dicas” e impressões aqui são sobre uma viagem com um bebê para lá, não é?

No geral fomos muito bem recebidos em todas as atrações e restaurantes e não me lembro de nenhuma cara feia por estar com uma criança de 1 ano e 4 meses. Claro que evitamos lugares que seriam baladas (acho que nem aceitariam a entrada dele) e lugares formais (ambiente não ideal para uma criança que já andava, mas ainda não obedecia o suficiente os comandos de “sem gritar”, “sem bater”).

O hotel foi super-receptivo. O café da manhã era, como eu já disse anteriormente, ideal para nosso gosto “brasileiro”. Todos os dias o atendente oferecia para ele suco de maçã (que vinha da cozinha). Aliás, porque será que apple juice é só para crianças? ahudhausdh Eu pedia para mim (não tomo refrigerante, café e suco de laranja) e me olhavam espantados! ahsduahudhuasd E ainda saíamos de lá com uma caixinhas reserva de sucrilhos ou coisa parecida (ele não come isso em casa, mas no aperto dos passeios e do carro era um bom auxilio até chegar no restaurante ou arrumar algo para ele comer).

Em todos os restaurantes havia a opção dele sentar em uma “cadeirinha” (high chair). Que por sinal, achei os modelos bem mais seguros que os nossos, já que eram padronizados, com lugar para por as pernas, grade lateral e cinto de segurança. Aqui no Brasil a gente anda com um cinto na bolsa, para amarrá-lo às cadeirinhas, evitando que ele escorregue por baixo da mesa.

Como eu disse também, o Museu da Criança é um ótimo passeio, mas talvez seja o caso de levar uma criança um pouquinho mais velha, que já entenda o suficiente o ambiente lúdico que lá está. Afinal, o ingresso não é barato, todos pagam e pode ser que a criança não se divirta tanto. Acabamos indo porque não tínhamos programação certa e porque o dia estava esquisito e chuvoso.

Andar com o carrinho pelas ruas foi bem tranquilo, já que não tem calçadas esburacadas por lá. Durante o dia, quando estava sol, a temperatura estava agradável e o porqueira ficava de bermuda ou calça fininha. Durante a noite, esfriava consideravelmente (para nossos padrões, lógico), então o Maclaren Light Packaway Footmuff (“cobertor” de pernas para carrinho) foi uma ótima alternativa para deixá-lo protegido do vento (forte, por sinal) e da baixa de temperatura. Várias vezes o gatão chegou a dormir no carrinho, quentinho e sossegado.

Outra questão importante é a cadeirinha de carro. Seu uso é obrigatório na Flórida. Em dezenas de sites, talvez um copiando a informação dada pelo outro, havia a “dica” de deixar para comprar lá, já que o preço do aluguel, se fosse por muitos dias, não compensaria. Verdade, em parte. Primeiro porque você terá que sair do aeroporto sem uma, correndo do risco de ser multado, no mínimo. Segundo porque a cadeirinha, se você não for jogar ela fora lá, vai voltar como mais um volume. Então, se você pretende fazer compras, vai precisar descontar um volume das suas malas ou pagar o preço (aí a economia vai para o saco). E terceiro, se você já tem uma aqui, qual o sentido de ter outra. Ok, você dois carros. Pode ser útil, mas acredito que somente neste caso. Caso contrário, alugue, saia com seu filho seguro do aeroporto e evite multas e peso extra na bagagem!

A alimentação é algo de depende de cada um e cada família. Como já disse aqui várias vezes, o meu filho tinha (hoje isso está quase superado) o hábito de comer somente papinhas industrializadas. Lá não tem Nestlè, mas tem Gerber. O gosto não é o mesmo e isso ele percebeu logo de cara. Mas a gente SEMPRE tinha uma conosco. Além do leite (lá vende o Similac sem lactose) e sucos (industrializados, mas sem açúcar). Além de bolachinha e umas caixinhas de sucrilhos ou Fruit Loops. Nos restaurantes SEMPRE havia o menu Kids, pelo menos nós que fomos… Não eram as melhores opções dentro do conceito saudável, mas é melhor que não comer. 

Na verdade, quando ser está viajando eu acredito que temos que fazer concessões. Dificilmente você vai encotrad arroz com feijão por aí (fora Orlando né) então seja flexível. Não é hora de se estressar porque só tem Mac’n’cheese. Vocês estão de férias, aproveitem!
Como eu disse, ficamos poucos dias, sem qualquer programação. Vamos voltar agora em outubro e pretendo ir em lugares mais turísticos. O Porqueira já cresceu um pouco… Veremos as diferenças na prática!


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Disney com um bebê

Há tempos estávamos (eu estava!) planejando uma viagem para a Disney. Na verdade, desde nosso casamento, 6 anos atrás. Mas na época não fomos por motivos diversos e o tempo foi passando, eu passei em dois concursos, o marido trabalhava muito…
Ano passado eu pensei: não adio mais. Quero conhecer a DisneyWorld! Rs Ir aos parques não seria novidade, porque eu já havia estado na Califórnia e visitado os parques de lá, coincidentemente na mesma época em que o marido foi à Orlando. Mas a gente queria a diversão, o passeio, as compras…
Em nenhum momento pensei em deixar o neném no Brasil. Eu não havia desapegado dele (ainda não consegui) e nunca vi problemas em viajar com ele. Não somos de balada, apesar de gostarmos de restaurantes, então ficar no hotel, depois de voltar dos parques não seria problema. Mesmo porque se chega tão cansado que tudo o que se quer é banho e cama!
O planejamento foi feito com antecedência porque íamos usar as centenas de milhas que tínhamos e, no Brasil, quanto mais cedo se reserva, mas barato paga. Então comecei a pesquisar as possibilidades de voos/dias/milhagem e acabei marcando com a Delta Airlines (usando milhas Smiles) para abril (baixa temporada no Brasil), após o Spring Break (para não pegar parques lotados demais). Para conseguir a pontuação mínima em cada voo tive que escolher os dias que a empresa disponibilizava. Ainda bem que posso tirar férias quando quero.
Datas fechadas, milhas entregues (total de 100 mil para duas pessoas, mais taxas) iríamos ficar 16 dias inteiros em Orlando (ida no dia 01 de abril e volta dia 18 de abril). Tudo lindo se o marido, depois de tudo arrumado, não decidisse que seria legal ir até Miami.
Até pensamos em ir de carro, segundo relatos pela internet seriam 4 horas de estrada. Mas como os voos iam e voltavam de Orlando (com escala em NY) achei loucura pegar um carro para ir até Miami com um bebê, depois de um voo longo e ainda ter que voltar depois! E deixar para fazer isso no meio de viagem seria “perder” dois dias na estrada. Resultado, comprei passagens da American Airlines que sairiam do mesmo aeroporto de Orlando (MCO) para Miami e depois de volta. Então a ida seria GRU-JFK-MCO-MIA (ufa) e a volta MIA (o restante dos dias em Orlando) MCO-JFK-GRU…
Pesquisei preços de hotéis pelo Booking, mas a agência de viagens que temos convênio dava preços melhores (e parcelados! Ninguém gosta, né?). Também comprei no Brasil (e parcelado) os tickets dos parques (explico mais tarde). Resultado? Quando viajamos estava tudo pago.
Para quem mora fora do Brasil ou mora aqui, mas tem dinheiro sobrando, pode parecer loucura. Mas infelizmente viajar daqui para qualquer lugar (exceto Argentina, já que os hermanos estão quebrados) é caríssimo. Se não parcelar, morre com a fatura do cartão.  E ainda assim, é mais barato ir para o exterior do que passar uma semana na Costa do Sauípe. Um absurdo. Depois querem que o Brasil atraia mais turistas. Com os preços praticados aqui?
Estava tudo certo, passagens, hotéis, tickets, carro alugado, passaporte e vistos (filhote nem tem 1 ano de vida e já tem visto de 10 anos! Figura.), quando o dia da viagem foi se aproximando a pressão para não levar o bebê foi ficando insuportável.
Para ser justa, preciso informá-los que temos um neném com problemas respiratórios recorrentes (só neste ano foram quatro pneumonias, além de uma otite). Então, TODOS os dias ouvíamos que era um absurdo levá-lo, que estávamos sendo levianos, que ele poderia precisar de hospital e estaríamos longe de casa, etc. etc. etc. Chegou ao ponto de eu não querer mais ir viajar.
Incrível como as pessoas conseguem magoar sem necessidade. Eu, pelo menos naquele momento, não tinha coragem de deixa-lo para trás (afinal ele só teria 1 ano de 4 meses) e não enxergava problema em levá-lo. Não iriamos sair de noite? Mas quem disse que queríamos? Iria ser difícil comer com calma? Mas essa é a nossa rotina diária! Seria difícil? Talvez, mas era a NOSSA escolha.
Depois de muito bater o pé e convencer os chatos (leia avós) que os pais éramos nós e ele iria, passei a não falar mais sobre o assunto. Dureza.
Não vou dizer que foi moleza, porque também estaria mentindo. Mas não foi nada difícil. Mesmo com todos aqueles voos seguidos o Porqueira, matando de orgulho o vovô aviador, se comportou como um lord e dormiu o tempo todo! Reclamou um pouco quando teve que ficar sentado no nosso colo, quieto, mas depois se rendeu e dormiu em todos os vôos.
Por isso escolhi, tanto na ida, quanto na volta, voos noturnos. Para mim, que fiquei com ele no colo, foi mais complicado (o marido é grande e mal cabe nas poltronas, ficar com um bebê no colo seria maldade), mas nada impossível. Ele me incomodou menos que o cara da poltrona do lado que dormiu com a TV e a luz de leitura ligadas #semnocao
Vou fazer posts separados para cada coisa. Assim fica mais fácil de escrever e de ajudar.

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Foz do Iguaçu, by Vi Tour – Parte 2

Continuando…

3) Cataratas do Iguazú, lado argentino: Foi nosso primeiro passeio turístico (Paraguay/compras não conta, né?). Como tínhamos abandonado nossa excursão (quer queria ir antes aos passeios e depois às compras e eu nem tinha levado a máquina fotográfica antiga), tivemos que pagar uma van que saia do nosso hotel. A propósito, acredito que todos os grandes hotéis tenham mini-agências de turismo. No Golden Tulip tinha uma e nos foi muito útil.

As Cataratas Argentinas estão localizadas dentro do Parque Nacional Iguazú. Se você está de carro, basta seguir a Rodovia que leva em direção à Ponte Internacional Tancredo Neves (mesmo caminho do Duty Free Argentino). Não se esqueça (mesmo nos ônibus de excursão) de levar um documento com foto, afinal você vai cruzar a fronteira. Para menores de idade, a regra é a mesma das viagens dentro do Mercosul*.

Há possibilidade de estacionar seu carro em frente ao portão de entrada do parque, mas o que mais se vê por lá são ônibus de turismo.

Fila indiana de carros para entrar no parque. Levamos 1h30 nessa brincadeira. Detalhe do turista fazendo graça do lado direito da foto!

Já dentro do Parque, as opções do inúmeras. Confesso que achei tudo muito organizado, cheio de mapas indicativos e placas. Também tem lugares para comer (não espere nada além de sanduíches e batatinhas Lay´s), bebedouros e banheiros.

Máquina de água quente para seu chimarrão! Ou qualquer outro mate quente.

Logo na entrada no Parque existe uma placa gigante com todos as “caminhos” que levam às Cataratas. Diferente do lado brasileiro (onde a vista é quase única), do lado argentino você você as quedas de vários ângulos e alturas. Inclusive chega “em cima” da Garganta do Diabo.

Mas aviso desde já que ali não é passeio para fracos! São tantas escadas, sobes e desces que no final do dia eu queria chamar a ambulância. Chegamos a deitar no chão esperando a van, lá pelas 17h. É lógico que você não precisa fazer todos os caminhos existentes, mas nós fizemos e quase morremos. Tanto que existe uma promoção do parque, no segundo dia de visita, você ganha um desconto. Mas deve preencher o ticket e “autenticar” antes de sair do parque. Infelizmente nós não iamos voltar, então não sei o valor do desconto.

Os ingressos são comprados ainda dentro do carro.

Pague aqui!

Para brasileiros adultos(olha o RG!) o ingresso custa $70 pesos. Para as crianças entre 6 e 12 anos, $40 pesos. Menores de 6 anos e deficientes físicos não pagam (mas acho que também pouco aproveitam. #prontofalei).

ATENÇÃO!!! NÃO É ACEITA OUTRA MOEDA QUE NÃO SEJA O PESO ARGENTINO. NÃO ADIANTA INSISTIR. Então, troque seu din-din antes de ir. O parque abre todos os dias, das 8h00 às 18h00.

Estava marcado US$12, vai entender…

Pronto. Passou pelo Portal de Entrada do parque? Agora é só escolher o “caminho” que quer fazer.

Mapa do Parque

Nós fomos DIRETO para o Sendero Verde (está do ladinho direito do mapa). É um caminho pequeno que leva até a segunda estação do Tren Ecologico de la Selva. Preferimos assim, já que quando chegamos na área do trem, ele estava partindo e o outro leva mais de 30min para sair. Esse caminho e pequeno, você chega a cruzar com o Trenzinho.

Olha ele aí!

Não adianta achar que vai de Trem e vai ter preferência para continuar o caminho. Todos desembarcam! E vão para uma fila comum, com todos os que estão lá, inclusive os que chegaram à pé.

Mas deixe para andar só no Sendero Verde. Não caia na besteira de ir andando até a Garganta do Diabo! Mesmo que você veja trocentas pessoas preferindo não encarar a fila do Trenzinho. Confie em mim. Você vai agradecer quando vir a distância que o trem irá percorrer e a que ainda falta para você, à pé, chegar até as Cataratas!

Sem brincadeira. Indo de trem, depois caminhando rápido (afinal tinha uma horda de pessoas andando junto, parou, era atropelado), levamos 1h30 para chegar até a Garganta do Diabo! Andando (e olha que a gente via pais empurrando carrinhos de bebê!!) deve levar o dia todo!

Não tive coragem de tirar foto dos desafortunados que preferiram ir caminhando. Mas confesso que senti alívio por eu ir de trem!

O passeio por si já é bonito. Mas se aproximar pouco a pouco da queda d’água, ouvindo o barulho aumentar a cada passo, é indescritível. Quando finalmente vimos a água, fiquei boqueaberta!

E não era uma época de cheia! Imagine se fosse!

Estava muito cheio, afinal era feriado. Não foi fácil tirar foto. Do lado em que estávamos era possível ver o lado brasileiro e a fila indiana, seus flashes, tomando conta da única passarela. Achei que fizemos a melhor escolha em ir para a Argentina na sexta-feira.

Em cima do penhasco! Não dá para deixar de lembrar do desenho do Pica-pau com aqueles barris, só em que Niagara Falls.

O que sobrou do antigo caminho, levado por uma cheia, anos atrás.

Voltamos para o Trem, não sem antes parar para comer um lanchinho. E decidimos seguir pelo Circuito Superior. Fica marcado em azul no mapa ali de cima. Segundo as informações do Parque, se trata de um passeio com “acessibilidade alta”. Mas eu discordo! Existiam passagens com escada, não muitas, mas tinha. Como faz alguém com dificuldade de locomoção?

No Circuito Superior você passa por cima de diversas quedas d’água, todas identificadas, além de ver a queda maior de frente, mas com uma certa distância. Bonito mesmo. Dura cerca de 40min.



Hermanos ainda mais cara-de-pau do que os do lado brasileiro!

Por fim, decidimos fazer o Circuito Inferior. Esse sim é CHEIO de escadas! Esqueça se você tem algum problema de locomoção, se está com crianças pequenas, grávida ou tem problemas no joelhos. Nós não nos incluíamos em nenhuma dessas categorias e pedimos arrego no meio do caminho. É lindo, mas incrivelmente cansativo!Dura aproximadamente 1h20 (segundo informações do parque), mas acho que levamos esse tempo todo e nem chegamos no final. Desistimos das escadas…

Todo mundo indo para o Circuito Inferior. Vazio, não?



Muitas quedas…

Figura!



Nessa foto dá para perceber a diferença de “Níveis” que tem o Circuito Baixo.

Existe também o passeio até a Isla de San Martín, que é uma ilha que fica no meio de Rio Iguaçu. Para chegar até lá precisa usar um acesso com escadas, ou seja, mesmas restrições do Circuito Inferior, aliás, o embarque é feito num ponto do Circuito Inferior. Lanchas levam os turistas até a ilha, de onde pode ser vista a Garganta do Diabo de frente (mais escadas até o que eles chamam de Ventana, janela em português). O passeio todo leva aproximadamente 2h. Por isso não fizemos.

Como eu disse, escolhemos deixar nossa excursão de lado e preferimos ir locando os serviços na medida da vontade. Saímos de Foz do Iguaçu por volta das 10h. A van nos buscou no Parque Nacional Iguazu às 17h. Descontados o tempinho de translado, fronteira e trânsito para entrar no parque, ficamos 5 horas dentro do parque. Cansamos? MUITO! Mas vale cada centavo!

AHHH DICA FINAL E MAIS IMPORTANTE DE TODAS: LEVE REPELENTE. ACREDITE, VOCÊ VAI PRECISAR! Nós levamos, mas vimos gente literalmente “comida” pelos insetos. Pernas e pernas cheias de picadas. Não é legal, né?

*Trânsito fronteiriço na região do Mercosul

Irmãos BRASILEIROS – DOCUMENTAÇÃO NECESSARIA PARA SAIR DO BRASIL :

Serão aceitos única e exclusivamente para trânsito fronteiriço na região do Mercosul os seguintes documentos:

– Passaporte; ou

– Cédula de Identidade Civil (RG).

– Veículo particular: seguro internacional

– Carteira de Habilitação de Motorista

Não serão aceitos como documentos válidos para a passagem de áreas de fronteiras quaisquer outros tipos de documentos expedidos no Brasil, mesmo se aceitos como documentos de identidade em nosso país. Veja os seguintes exemplos de documentos não aceitos:

– Certidão de Nascimento (não substitui os documentos de Cédula de Identidade Civil ou Passaporte mesmo para recém nascidos ou para menores de idade);

– Carteiras de Identificação Profissionais (OAB, CRM, outros);

– Carteira de Habilitação de Motorista;

– CPF;

– Outros.

Outras situações:

Crianças também devem estar munidas dos documentos necessários, em nenhuma circunstância se exclui a apresentação de Cédula de Identidade Civil ou Passaporte, mesmo quando a criança for de colo, ainda que se tenha em mãos a Certidão de Nascimento;

Na realização de viagens por meio de transporte rodoviário, a empresa de ônibus tem por obrigação da lei solicitar junto ao responsável pelo menor, além dos documentos acima mencionados, uma autorização especial expedida por um Juiz, em que conste a permissão de ambos os pais para o deslocamento e conseqüente trânsito fronteiriço.

Um novo acordo turístico entre Brasil e Argentina. A partir do dia 18 de dezembro, todos os cidadãos brasileiros, residentes permanentes e temporários que portem carteira de motorista do Brasil, poderão entrar a Porto Iguaçu (Argentina) por 72 horas.

Continua… o próximo post é sobre compras!

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Foz do Iguaçu, by Vi Tour

Já aviso desde logo que esse post vai ser dividido em duas partes! Haja assunto, viu?

Um tempo atrás, mas precisamente no feriado de Páscoa, o marido e eu aproveitamos os poucos dias de folga para viajar. Como queríamos uma viagem rápida e para um lugar que fosse diferente do “de sempre” (leia-se praia ou montanha), resolvemos conhecer Foz do Iguaçu.

Na verdade ele já tinha ido quanto criança, mas eu não. Além disso que resiste à combinação: passeio + compras? Então, vamos aos fatos.

Nós viajamos pela CVC. Infelizmente no Brasil viajar para destinos turísticos por conta própria, principalmente em época de feriado, é economicamente inviável. As operadoras de turismo já têm os acordos com as empresas aéreas, hotéis, etc. Na ponta do lápis fica mais barato.

Mas tem seus inconvenientes. Chegamos na madrugada da quinta-feira e a guia já nos avisou que o passeio do dia seguinte seria “Cataratas Argentinas”. Como assim Bial? Eu vou para praticamente o Paraguay, cheias de más intenções, pensando em finalmente comprar a máquina fotográfica dos sonhos (sendo que nem levei a antiga) e ela quer ir direito ao turismo? Foi a deixa para deixarmos a CVC praticamente de lado e seguir nosso roteiro.

Como chegar: A porta de entrada para Foz do Iguaçu é o Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. Ele está localizado na BR 469 – km 16,5 – Rodovia das Cataratas, à 13 Km do centro da cidade, 12 Km das Cataratas do Iguaçu, 10 Km da Ponte Tancredo Neves (Argentina), 20 Km da Ponte da Amizade (Paraguai), 30 Km da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Ufa! O aeroporto é internacional, mas para nós o que interessa que é as principais companhias aéreas brasileiras voam para lá – Gol e TAM – além das menores Trip e Sol.

Também é possível chegar de carro, se você prefere. A estrada principal é a BR-277 que parte de Curitiba. São 636km no total. Mas se você gosta de viajar de ônibus, as empresas São Geraldo, Pluma e Nova Integração levam até lá.

Quantos dias ficar?

Para fazer todos os passeios com calma, além das compras, 4 dias é o ideal.

Onde ficar?

Se você tem dinheiro sobrando ou está viajando com crianças, os hotéis que ficam na Rodovia das Cataratas são bem interessantes (Mabu Thermas & Resort, Bourbon Resort & Convention, Hotel das Cataratas (fica DENTRO do Parque, local com vista espetacular), etc). Mas leve em conta que você não está perto do centro da cidade. Se quiser ir ao shopping ou a um restaurante, vai depender de taxi (fretado, porque não tem ponto naquela rodovia) ou de vans do hotel (se tiver) ou ainda do roteiro do seu guia de viagem.

Hotel das Cataratas. Fica de frente para gol, como se dizia antigamente.

Se você tem um orçamento menor ou prefere ficar no centro eu recomendo o Golden Tulip Internacional Foz (onde nos hospedamos! Tem um restaurante maravilhoso no último andar) ou no Rafain Centro.

Piscina… cadê tempo para usar?

Sim, eu acordo de mau humor!

É lógico que existem outras opções, mais baratas até, mas indico o que conheço, né?

Onde comer?

Pois é, essa parte é complicada. Até porque em muitos passeios só sobra o lanche dos parques mesmo. Eu fui e indico:

1) Cuisine du Ciel: é o restaurante que fica no topo do Hotel Golden Tulip. Não é barato, mas a comida é incrível e a vista bonita. Indicado para uma noite romântica.

Foz vista do Cuisine du Ciel

Couvert (testando a máquina nova!)

2)Churrascaria Búfalo Branco: sim, fomos a uma churrascaria. É meu carma, mas a gente tem que ceder algumas vezes. kkkkk Gosto de carne, mas o marido é fissurado.

Mas só? Pois é… no resto ficamos no lanchinho. Almoçamos uma vez no restaurante do hotel mesmo, mas o que fica no térreo. Não sei se é aberto para não-hospedes.

Onde passear?

Existem dois tipos de passeios em Foz do Iguaçu, o turismo e as compras.

Turismo

1)Cataratas do Iguaçu, lado brasileiro. A vista é linda e o acesso fácil. Fica na Rodovia BR 469 – KM 18, em Foz do Iguaçu. O Parque está aberto todos os dias, das 9h às 17h. Possui estacionamento, mas 90% dos turistas chega lá com guia de turismo.

Dentro do Parque é possível caminhar, mas a distância entre a entrada e as cataratas é considerável. Prefira pegar um dos ônibus abertos que fazem o trajeto regularmente.

Entrada do Parque Nacional das Cataratas

Seja esperto e prefira o ônibus!

É possível parar em alguns pontos no caminho. Nas paradas estão passeios opcionais, que são pagos à parte. São eles:

*Macuco Safari: se você gosta de aventura controlada e não liga de ficar um pouco molhado, esse é o passeio. É feito um pequeno trajeto em terra, onde os monitores explicam a fauna e a flora da região. Depois os corajosos embarcam em um bote e parte a todo vapor para ver as cataratas bem de perto. Os botes ficam quase em baixo das quedas e todos saem bem molhadinhos! rs A emoção também fica por conta dos solavancos causados pela correnteza e das manobras do piloto, que chega próximo da Garganta do Diabo e do salto Três Mosqueteiros. O passeio dura 30 minutos e custa por volta de R$150 por pessoa.

Não, não fomos. Já era final de tarde e nenhum de nós queria ficar ensopado. Foto deste blog aqui.

*Rafting: também é feito pela empresa Macuco Safari. Os aventureiros percorrerão de bote a correnteza do Rio Iguaçu, movimentado pelas correntezas das Cataratas. O rafting é um passeio que consiste basicamente em uma descida de bote em corredeiras por aproximadamente 4km, sendo 2km de corredeiras e 2km de águas calmas onde é possível nadar no rio. Custa em torno de R$70 reais por pessoa.

* Iguaçu Explorer: trata-se de um iate com capacidade para 40 passageiros, com percurso nos rios Paraná e Iguaçu. São duas opções de passeio. A primeira é o “Passeio das Águas”, que inclui as Pontes da Amizade (fronteira Brasil-Paraguai) e Tancredo Neves (fronteira Brasil-Argentina) e a Ilha Acaray. A segunda opção é o “Porto Bertoni”, que passa pela Ponte Tancredo Neves, seguindo para o museu do pesquisador suíço Moisés Bertoni, no Paraguai.

*Trilha: feita pelo Macuco Safari, trata-se de um trecho de 600 metros, leva a uma caminhada, à pé, pelasctrilhascque conduzem à cachoeira batizada Salto do Macuco. Num espetáculo de cor e magia, estão lá orquídeas, bromélias, árvores centenárias e, com muita sorte, animais silvestres que atravessam a trilha (acho que 90% deve ser guaxinim, vai por mim! rs), num passeio calmo pela mata. A última parada é no píer do Macuco Safari, à margem do rio Iguaçu, reta final do passeio.

Tem um comentário feito pelo Roni que indica mais 2 trilhas, olha lá!

Se duvidar eles abrem a sua mochila e furtam a comida!

*Rapel: É feito dentro do parque, com vista para as Cataratas. O corajoso desce pela corda uma altura de 50m.

Todos essas passeios estão dentro do parque e a cada parada do ônibus a gravação indica o que se posse fazer naquele trecho. Gostou da sugestão? Basta saltar do Ônibus e partir para a aventura!

O passeio principal é, logicamente, as cataratas. Você pode descer no ponto logo em frente ao Hotel das Cataratas e aproveitar já a primeira vista do Belvedere. Dali parte a trilha, com muitas escadas e degraus, que leva o turista até as cataratas. Não é um passeio ideal para crianças muito pequenas e idosos. Se tiver alguém assim com você, prefira descer no ponto final, ao lado das Cataratas, onde existe um elevador que facilita DEMAIS a vida para quem não pode caminhar.

Do lado brasileiro é possível ver as Cataratas por baixo, ficando o turista de frente para a famosa Garganta do Diabo.

Primeira visão… quase todas as quedas são do lado argentino

As plataformas deixam o turista bem de frente para as quedas. E bem molhado, também!



E olha que nem tinha muita água. Pena que o sol estava sumindo…

O preço do ingresso para o parque varia conforme a nacionalidade e a idade. Mas para brasileiros custa R$24,30 para adultos e R$6,70 para crianças (até 11 anos) e idosos (acima de 60 anos). Mas tem que levar a carteira de identidade! Senão paga preço de estrangeiro, heim?!

Ingressos na mão! E RG, claro!

2) Sobrevoo: Pode ser feito nas Cataratas e em Itaipu, para isso existem helicópteros a disposição do turista. Existe algumas empresas que ficam uma empresa que fica na Rodovia das Cataratas. Basta chegar e subir no helicóptero. O preço varia de R$150 a R$200 reais por pessoa. Quem fez diz que é inesquecível.

CONTINUA…

Obrigada Roni!

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Paraty by Virgínia Tour

Como eu havia dito a vocês, a nossa viagem de final de ano seria para Paraty. Apesar de conhecer a cidade, a gente nunca tinha ficado mais que algumas horas por lá. Então, eu estava cheia de espectativas.

Primeiro, porque eu A-D-O-R-O cidades coloniais. Segundo, porque nosso final de ano estaria animado (eram amigos, primos, irmãos, mammy… todo mundo espalhado por lá). Mas no final das contas…

Como vocês puderam acompanhar pelas notícias “caiu o mundo” por aquelas bandas. Não chegou ao nível de Angra dos Reis, mas por 1 dia inteiro Paraty ficou ilhada. Ficamos sem sol, sem praia, luz, sem TV (mesmo depois da volta da luz), sem telefone (para vocês terem uma idéia, só consegui contato com minha mãe na tarde do dia 01!!) quase sem comida… enfim. Nada foi como imaginávamos. A não ser a companhia do pessoal.

Pois então… não tenho bonitas fotos. Não tenho dicas de passeios nem de praias. Mas algumas coisas podem ficar para posteridade:

1) NUNCA vá para Paraty quando estiver chovendo! Ainda mais quando a chuva for daquelas que caiu naqueles dias. O rio que corta a cidade (Perequê, salvo engano), transborda. E a cidade, para! Uma loucura! Nossos primos tiveram que levantar o primeiro carro da garagem com os macacos dos carros para evitar que a água entrasse nele. As marcas da água estavam nos muros pela cidade toda. Minha mãe passou o reveillon vigiando o rio (que passava atrás da casa que ela estava) e quase morreu de medo quando ele chegou a menos de 1 metro da porta!

O centro histórico fica a salvo porque ele já foi construido de modo a permitir que a água entre pelas ruas e não atinja as casas (que estão bem mais altas que o meio-fio). Mas as linda ruas de pedras ficam alagadas (Eu lembro que até comentei que a Rua da Lapa estava mais para Rio da Lapa…). Mas se você não está disposto a andar de chinelo o tempo todo, molhando os pés na lama e batendo guardachuva em todo mundo melhor esperar o sol!

2) Paraty é caro! Você vai me dizer: todas as cidades turísticas são caras. Eu sei! Mas lá é muito! Pousadas simples cobravam pacotes de quase 3mil reais para 4 dias de Reveillon! Um dos restaurantes que fomos (para sermos educados com uma namorado de um amigo, alemã e vegetariana) entregou uma conta de R$550! Para 7 pessoas! Isso porque comemos a “sugestão do chef”. O restaurante por quilo que nos salvou de morrer de fome na madrugada do Reveillon (achamos algo que não estava cobrando pacotes de R$350 por uma ceia, sem bebidas, por pessoa) tinha o singelo preço de R$56 reais o quilo… e nem tinha nada de bom!

Apesar de tudo, quero voltar. Dessa vez com sol. Para poder fazer os passeios, ver da escuna o mar azul…


Como chegar?
Existem três caminhos para chegar a Paraty.
O principal é a BR-101 (a famosa Rio-Santos).
O segundo é ir pela estrada de Cunha (que tem um trecho não asfaltado e não-recomendado para essa época de dilúvios, nem para corações moles).
E o terceiro, descer a Barra Mansa – Angra e depois pegar a Rio Santos.

Então, saindo de São Paulo (307km). você pode descer a Tamoios ou a Oswaldo Cruz (quando a ponte que o Rio Paraibuna – aquele mesmo que destruiu São Luis do Paraitinga – voltar a aceitar carros). Depois seguir pela BR-101 em direção ao Rio de Janeiro. São os 79km (desde Ubatuba) mais bonitos que você pode encontrar no litoral do sudeste. Acredite em mim!
Partindo do Rio de Janeiro, o caminho é a mesma BR-101, destino Santos. São 256km.

Onde ficar? Existem vários tipos de hospedagens em Paraty. Vai depender o gosto de do bolso. Você pode querer ficar no centro histórico (a Pousada do Sandi é bem conhecida, assim como a Pardieiro, a récem inaugurada Casa Turquesa).

Ou ainda ficar fora “das correntes”, mas ainda sim, pertinho (Pousada do Príncipe, Pousada do Corsário).

Ou ainda, ficar mais longinho (como nós! Não por que a gente não queria ficar no centro histórico, mas uma questão de custos mesmo! kkkkkkkkkkkkkk). Nós ficamos na Pousada Estação do Sol. Dono atencioso. Quartos novinhos e limpíssimos. Com café da manhã e piscina. De frente para o mar da Praia do Jabaquara. O único problema é ficar um pouco longinho do centro (eu não iria a pé) e não ter nada para comer depois do café da manhã. Tem ainda a Pousada Villa del Sol.


Onde comer?
Existem vários restaurantes de cafés. Como ficamos poucos dias e com muita chuva nem rodamos muito, mas eis os que eu fui e gostei: 1) Paraty 33 (comida excelente e um ambiente lindo. Não gosto de música ao vivo, mas nesse dia o cantor era ótimo. Peça a Prime Rib (dá para dois) e se afogue na costela com polenta. Hummm! 2) Pasteloni (o trailler vende um pastel de 30cm delicioso! Fica do ladinho da Catedral.) 3) Punto Di Vino. Delicioso (ou divino) é a palavra. O risoto de Funghi é incrível e as pizzas (individuais, mas bem servidas) também. 4) Restaurante Santa Trindade. Gostoso. Mas os pratos são ao estilo francês. No tamanho, se é que vocês me entendem… 5) Sorveteria Italiana (porque ninguém é de ferro). Peça o de Ferreiro Rocher e jure que vai fazer regime depois que voltar para casa! Fica na Praça da Matriz, 08 – Centro Histórico. Telefone: (24)3371-1045.

Onde ir? Pois é, com a chuvarada nós não fomos a lugar nenhum! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Ninguém queria arriscar uma escuna (com exceção do cunhado e respectiva que saíram para mergulhar) ou fazer uma trilha. Mas dizem que é bom:
1) Passeio de Escuna: É o passeio-mor (só para usar essa expressão tãooo colonial! rsrsrsr) de Paraty. Afinal você precisa ver a ilhas, o mar azul, as praias escondidas. Todos os lugares têm agendamentos. O valor varia conforme a escuna e o serviço de bordo. Mas fica em torno de R$40 por pessoa.
2) Centro Histórico: Deixe o salto em casa e aproveite para usar aquela coleção de Havainas que você tem! Está ainda mais lindo depois que os fios foram aterrados e as casas pintadas. Lindo.. lindo!
3) Passeio de 4×4: Tem a duração aproximada de 6 horas. Você vai adentrar a Serra da Bocaina e conhecer cachoeiras, uma fazenda histórica, um alambique e o início do caminho do Ouro.
4) Caminho do Ouro (já falei dele aqui no post sobre Cunha): Caminhada por dentro da mata. Sai do bairro da Penha. Tem a duração aproximada de 3 horas.
5) Mergulho: Tem opções para os mais experientes (e com licença para mergulhar) e para os novatos (é o famoso “Batismo”). Meu cunhado fez (ele tem curso) e recomenda. Mas não pense que está indo para Noronha, heim?!

Agências de Turismo: A mais conhecida é a Paraty Tours.

Mas temos amigos que têm uma agência pertinho do Pasteloni. É a Terravista Tours e eles têm escuna própria que se chama Soberano da Costa!

PS: O post está sem fotos… não acho o cabo da máquina!!!!